
Agora em versão um homem e duas mulheres (vá, um bebé) cá em casa. Vence a maioria.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
The Naked Man – a estratégia

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Adoro*
* ...mas o que é que eu faria com um pombo??
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Nós é que somos emocionais? Hum, guess not!
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Mais alguma coisa??
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O melhor duche do ano*
* até agora, vá, que tenho para mim que este é o ano em que o Nacho Figueras virá cá a casa, e aí o caso muda de figura...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Adoro estes devaneios quando estamos a dormir
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
Bom começo
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
E lá vamos nós outra vez
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Conversa com o mano #1342
Ele: Os teus dedos são fininhos. Qual é o teu número de anéis? Nove?
(após 5 segundos de silêncio)
A Belota tem dói-dói

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
NÃO!!!!!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Epá, a sério??
Não, I do not wish it would rain down on me. Mas chove na mesma.
Um colega meu já me cantou esta música de manhã. Chove na sala de minha casa, e chove no trabalho mesmo em cima da minha secretária. Devo atrair este tipo de coisas. Agora vou só ali ser amiguinha do Phil Collins para ver se tiro algum sentido disto, e já volto.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Victoria Secret 2010-2011 Fashion Show
Quero TUDO. Tudo. As cuecas, os soutiens, os corpetes, os sapatos, as botas, os colares, as asas, os meninos de abdominais definidos a fazer ginástica lá para o terceiro minuto do vídeo, tudo. Até as meninas boazonas podem vir que eu depois como sou querida faço a distribuição aqui pelos leitores masculinos do blog. No espírito de Natal, até deixo o Capitão Microondas ser o primeiro a escolher.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Detesto compras de Natal
Presentes de Natal inesquecíveis
E vocês? Qual foi o presente de Natal mais estranho que já receberam?
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Só por causa do mau tempo vamos falar de maminhas para ver se isto anima
A mulher com o maior peito do mundo, chama-se Sheyla Hershey e veste um soutien tamanho 38kkk.
Eu que sou mulher nunca me consegui entender bem com esta coisa das letras no tamanho dos soutiens, por isso, para ficarem com uma ideia, podem espreitar aqui. São falsas, claro, mas também já vi uma imagem da mulher com o maior peito natural do mundo, e, trust me, vocês não querem ver aquilo! Blagh.
A Inglaterra é o país da Europa onde as mulheres têm maminhas maiores
Mas isso já sabíamos. Aqui andamos sempre a par dessas coisas. (link)
Os implantes mamários aumentam o risco de suicídio
Parece que as mulheres que se submetem a este tipo de cirurgia apresentam mais problemas psiquiátricos do que as restantes. Lindo. Adoro as pessoas que dedicam a vida a este tipo de estudos!
Quase que houve uma lei que impedia mulheres de seios pequenos de conduzirem motas no Vietname
Foi levada a aprovação pelo Ministério da Saúde, em 2008, por questões de segurança (que eu penso que ninguém percebeu muito bem) mas no ano seguinte desistiu-se da ideia.
Em Hong Kong é possível tirar uma licenciatura em Estudos de Soutiens
Ah pois, é um curso do Politécnico lá do sítio. Ensina a desenhar e construir soutiens. Muito bom!
Existe uma Organização Não Governamental que luta pelo direito de as mulheres andarem em topless.
É uma questão de direitos constitucionais, dizem os seus membros. E promovem bastantes encontros de maminhas ao léu, como não podia deixar de ser. Têm um site com um nome muito pouco óbvio, para quem estiver interessado: gotopless.org. (E aparentemente é legal andar despido da cintura para cima no Hawaii, Texas (!!!), Ohio, Nova Iorque e Maine.)
Há um toque para o telemóvel que promete aumentar o tamanho dos seios das mulheres que o ouvem
Foi inventado no Japão, por um médico que combinou uma música com o choro subliminar de um bebé, que aparentemente desperta o instinto maternal das mulheres e faz com que o corpo comece a produzir leite. Parece que basta ouvir o toque 20 vezes durante dois dias para se notar o aumento. Para quem quiser experimentar, o ringtone chama-se... Rock Melon!
E agora, não fosse isto um Guia das Mulheres Para Totós, uma última dica só para eles:
Gostamos tanto de brincar com as nossas maminhas como vocês. ;)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Faz hoje um anito que fui para a outra ponta do mundo
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Somos tão diferentes, até nas coisas mais básicas!

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Para acabar com esta onda de sentimentalismos e relações
"Só um Mundo de Amor pode Durar a Vida Inteira
Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixonade verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios.Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há,estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida,o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado,viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também."
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Cinco patamares da dor – o que as mulheres sentem no final de uma relação
"According to Elisabeth Kübler-Ross, when we're dying or have suffered a catastrophic loss, we all move through five distinct stages of grief. We go into denial because the loss is so unthinkable we can’t imagine it’s true. We become angry with everyone, angry with survivors, angry with ourselves. Then we bargain. We beg. We plead. We offer everything we have, we offer our souls in exchange for just one more day. When the bargaining has failed and the anger is too hard to maintain, we fall into depression, despair, until finally we have to accept that we’ve done everything we can. We let go. We let go and move into acceptance."
É que é precisamente por isto que passamos. Se há por aí algum menino que não entenda o que nós sentimos no final de uma relação em que ainda acreditamos, é isto. Daí a nossa persistência e indignação com o derrotismo deles. Primeiro pensamos que aquilo não pode estar a acontecer, depois revoltamo-nos e gritamos, barafustamos, acusamo-los de tudo. De seguida tentamos regatear. Imploramos. Fazemos qualquer coisa só por mais um dia que seja. Quando nos apercebemos que isso não leva a nada e já não conseguimos manter a raiva, caímos em depressão, desesperamos até percebermos que fizemos tudo aquilo que podíamos. E aí podemos partir para a aceitação. Porque sabemos que tentámos tudo. Que não baixámos os braços e que não nos permitimos desistir. E aceitamos com serenidade. Porque sabemos que demos o nosso melhor.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Derrotismo masculino vs Persistência feminina
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
A melhor (ou mais hilariante) definição de amor de sempre
(ouvido num episódio de 30 Rock)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O pai teve um pequenito percalço...
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
O meu date de 59 anos
Pai: As pessoas vão pensar que és minha namorada.
(pai começa a ficar nervosinho)
(o empregado aproxima-se da mesa com um ar natural)
Carteiras feitas de tuuuudo e por mim podem vir tooodas

quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Estou em greve
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Dia Internacional do Homem
Agora vão lá, queridos e adoráveis meninos totós, tomar conta dos vossos bigodes ou seja qual for o movimento que corre por aí no dia de hoje. Mas façam-no com aprumo, que eu conheço muita mulher com um jolie moustache capaz de bater o de muitos homens.
(também já falámos de bigodes. aqui.)
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Temos sempre razão. Mesmo quando não temos. Vá, pelo menos podemos tentar.
Ele diz que eu faço isto com frequência e que é a grande prova da minha teimosia. O que ele ainda não percebeu é que eu preciso de dizer "não" muitas vezes de forma a ganhar tempo para inventar um argumento qualquer mirabolante que justifique o meu ponto de vista absurdo. Mas essa parte eu não lhe vou explicar. :)
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Se não somos mais felizes é porque gostamos de complicar
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Por trás de um grande homem há sempre alguém
Estoril Film Festival

Foto: Associated Press
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Hoje é dia de post-its no telemóvel
Só para recordar
«Na minha vida (que às vezes penso que existe num universo paralelo, só pode) até o acto de ajudar tem as suas variantes mais cómicas e estranhas. Prova disso é o sem-abrigo que vive na rua perto da minha casa. Todos os Natais costumo ir lá levar-lhe um pouco da refeição da minha Consoada e fico contente por perceber que não sou a única a fazê-lo. O Natal passado não foi a ocasião mais festiva de sempre, mas não me esqueci dele, e comprei um frango assado quentinho para lhe ir lá deixar. Chego lá, ofereço-lhe o frango, desejo-lhe um Feliz Natal, e o homem olha para o saco com o ar mais entediado do mundo e diz-me todo chateado:
A ver se este ano é a vez da lagosta...
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Coisas que me enervam
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Gosto deste franco optimismo feminino
"You want a perfect girl,
and I look shitty today,
I know you’re gonna dump me again
And I am gonna cry."
Mas dito com uma voz tão querida e a música é tão gira, que só me dá vontade de sorrir!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Masturbação quê???
- A masturbação? É irregular?
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Conversa com o mano #2635
Ele: Pois, sobretudo se pensarmos que há para aí sete mulheres para cada homem. Supostamente temos por onde escolher, mas aguentamos.
Eu: Mas não é justo, nós somos frias e directas, e cada vez tenho mais ideia que são as mulheres más que mantêm os homens por mais tempo! Nada disto faz sentido!!
Ele: Faz. A culpa é nossa.
Eu: Porque o permitem?
Ele: Não. Porque somos parvos. Asnos perfeitos.