Nós não queremos um boneco. Não queremos que façam aquilo que mandamos, que não tenham opinião nem gostos próprios. Se há coisa que gostamos é de um homem com personalidade. E se estamos com um, é porque ele tem algo que nos faz feliz. Nesse preciso momento. No entanto não é isso que nos faz ficar por aí e que nos impede de pensar como ele será de futuro se chegar a ser nosso marido, pai dos nossos filhos, ou como tomará conta da família que nos ajudará a formar. A Eu Mesma! referiu num comentário e muito bem, que quando a relação acaba nós choramos “pelo que eles representam no nosso imaginário”. E é exactamente isso. Nenhuma mulher consegue iniciar uma relação séria com um homem sem lhe passar pela cabeça se ele tem potencial de futuro. E se há pequenas coisas que não nos parecem cem por cento capazes, então faremos o esforço para as polir. É a essa ideia que nos agarramos e que nos faz esforçar pela relação e darmos tudo o que conseguirmos. Estamos a trabalhar para um futuro. A ideia de nos termos esforçado e de não termos chegado a bom fim resulta na frustração enorme que sentimos quando a relação acaba. É por isso que refilamos e gritamos e os insultamos. Porque nos sentimos frustradas. O Wolve tinha razão quando disse que o post anterior o entristecia. Talvez por ter o peso que tem, eu escrevi um texto sério e sem humor. Mas posso garantir aqui que não é pela miragem que nos apaixonamos. É por tudo. E quanto a conseguimos idealizar coisas que ainda não são num homem, e criar projectos de relação ou até mesmo de pequenas alterações nele mesmo, não vejo gravidade nenhuma. É porque ele já é suficientemente especial.
Agora em versão um homem e duas mulheres (vá, um bebé) cá em casa. Vence a maioria.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O "projecto"...
Nós não queremos um boneco. Não queremos que façam aquilo que mandamos, que não tenham opinião nem gostos próprios. Se há coisa que gostamos é de um homem com personalidade. E se estamos com um, é porque ele tem algo que nos faz feliz. Nesse preciso momento. No entanto não é isso que nos faz ficar por aí e que nos impede de pensar como ele será de futuro se chegar a ser nosso marido, pai dos nossos filhos, ou como tomará conta da família que nos ajudará a formar. A Eu Mesma! referiu num comentário e muito bem, que quando a relação acaba nós choramos “pelo que eles representam no nosso imaginário”. E é exactamente isso. Nenhuma mulher consegue iniciar uma relação séria com um homem sem lhe passar pela cabeça se ele tem potencial de futuro. E se há pequenas coisas que não nos parecem cem por cento capazes, então faremos o esforço para as polir. É a essa ideia que nos agarramos e que nos faz esforçar pela relação e darmos tudo o que conseguirmos. Estamos a trabalhar para um futuro. A ideia de nos termos esforçado e de não termos chegado a bom fim resulta na frustração enorme que sentimos quando a relação acaba. É por isso que refilamos e gritamos e os insultamos. Porque nos sentimos frustradas. O Wolve tinha razão quando disse que o post anterior o entristecia. Talvez por ter o peso que tem, eu escrevi um texto sério e sem humor. Mas posso garantir aqui que não é pela miragem que nos apaixonamos. É por tudo. E quanto a conseguimos idealizar coisas que ainda não são num homem, e criar projectos de relação ou até mesmo de pequenas alterações nele mesmo, não vejo gravidade nenhuma. É porque ele já é suficientemente especial.
Final de relações
Diz esta música dos James e muito bem, “ you dont know what you’ve got until you’ve lost it all”, que para mim é aquilo que mais caracteriza um homem no final de uma relação. É preciso discutirmos, refilarmos, e acabarmos, para depois de duas semanitas sozinhos perceberem o valor que afinal nós até tínhamos. Aqui, e mais uma vez, acho que somos completamente distintos. Um homem só se apercebe do valor da mulher que tinha depois de a perder. As mulheres quando os perdem choram não o homem em si, mas o projecto daquilo que ele podia ter sido. Não nos custa tanto perdê-los quanto nos custa abandonar a ideia daquilo que achávamos que ele viria a ser. Hum, não é bem a mesma coisa...
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ora vamos lá pensar todos juntos
sábado, 22 de agosto de 2009
Eu escrevia mas...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
É por isto que depois os meninos crescem e ficam totós (ou traumatizados)
Já repararam no anúncio em que o miúdo diz “Mamã, quero fazer cocó. Quero fazer cocó na casa-de-banho do Chico”? Ou aqui, na sua versão francesa, “Caca chez Paul”, que também é muito bom. Tenho cá para mim que os pais deste miúdo não devem gostar muito dele. Eu já estou a ver o puto um dia na faculdade e as meninas todas a chamarem-lhe o gajo do “cocó em casa do Chico”. Não está certo. Não está certo e é suficiente para traumatizar para a vida. Eu faço já aqui a minha parte e sugiro chamar-lhe outra coisa qualquer. Pode ser o puto do “cocó em casa do André”. ;)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Voluntariado
Esta reportagem foi feita por dois colegas meus de apenas 19 anos. Está absolutamente genial. Claro que os meninos estão tramados comigo agora no trabalho, que vou passar a exigir muito mais deles. Recomendo a todos que vejam com atenção. Não só pelo trabalho em si, mas pelo voluntariado, que é um tema que me toca bastante. Já aqui mencionei várias vezes que não custa nada ajudar, e que o retorno é enorme. Claro que na minha vida (que às vezes penso que existe num universo paralelo, só pode) até o acto de ajudar tem as suas variantes mais cómicas e estranhas. Prova disso é o sem-abrigo que vive na rua perto da minha casa. Todos os Natais costumo ir lá levar-lhe um pouco da refeição da minha consoada e fico contente por perceber que não sou a única a fazê-lo. O Natal passado não foi a ocasião mais festiva de sempre, mas não me esqueci dele, e comprei um frango assado quentinho para lhe ir lá deixar. Chego lá, ofereço-lhe o frango, desejo-lhe um feliz Natal, e o homem olha para o saco com o ar mais entediado do mundo e diz-me todo chateado:
“Mas quanto frango é que vocês acham que eu consigo comer?!”
Pronto. Este ano a ver se me lembro de lhe levar antes lagosta...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
What??
Eu aqui no meu canto começo a ficar com medo dos homens. A sério. Começo mesmo.
domingo, 16 de agosto de 2009
Vergonha na cara, Belota (isso ou um gps novo)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Porque haveríamos de querer sair com pessoas comprometidas?
- um homem comprometido tem de certeza alguma coisa boa. Por isso é que está comprometido! Não há nada como uma aliança no dedo para nos fazer pensar que se alguma mulher o quer, ele deve ter algo que vale mesmo a pena;
- a questão do fruto proibido. Queremos sempre aquilo que não podemos. Gostamos da emoção da “caça”, da perseguição e da conquista. As coisas que nos são oferecidas de bandeja não têm piada nenhuma;
- a segurança falsa de que se vamos sair com uma pessoa comprometida, então não acontecerá nada. Que é como quem diz, andamos ali no flirt, umas festinhas no ego, a adrenalina toda, mas com a confiança que o mais provável é as coisas não passarem daquilo. Isto com a vantagem ainda de podermos ser 100% sinceras e dizermos tudo o que nos passar pela cabeça, que é coisa que dificilmente faríamos num date com alguém descomprometido. Todos queremos ser desejados, e neste caso a coisa não é nada mais que a procura de um boost na auto-confiança;
- competição feminina. Ele é comprometido, mas eu sou muito melhor que ela. E não há nada que nos faça sentir mais poderosas. Agora argumentam vocês que se um homem deixar a namorada por outra mulher, nada garante que mais tarde não torne a deixar essa por outra. E é aqui que a maior parte das mulheres comete o erro mais crasso no que diz respeito aos homens, que é pensar: “comigo é que ele vai ser diferente”. Não vai. Mas nós achamos sempre que sim. Aparentemente parece que somos nós que o vamos mudar...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Pronto, a Belota ensina. Então é assim que se faz...

Segundo: como tirar as meias sem parecer que se vão desequilibrar e partir o quarto. É muito simples. Um pé à frente do outro, com o calcanhar a fazer pressão sobre os dedos da frente do pé contrário. Puxem esse pé para trás, que sairá deixando a meia presa debaixo do calcanhar. Repitam com o outro lado e deixem as meias no chão. Simples, hum?
Desistam de usar as mãos para tirar as meias. Concentrem-se apenas na grande habilidade de nos desapertarem o soutien. Já é tarefa complicada que chegue para as vossas mãozinhas nabas e descoordenadas, ok?
Sexo com meias?

Para ser mesmo sincera, se um homem souber o que está a fazer na altura, por mim até pode usar um barrete na cabeça e um cinto à volta da cintura despida. I could care less. Mas como muitas vezes eles lá têm as suas inseguranças, acho simpático que se preocupem com as meias. Mostra que se estão a esforçar. Mas é mesmo só por isso. No entanto acho estranho que, de acordo com um estudo que acabei de ler na internet, 44% dos homens escolha deixar as meias calçadas. Nós fazemos depilação, escolhemos roupa sexy, espalhamos cremes pelo corpo e perfumamos o cabelo. É pedir muito que eles tirem as meias?!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Mas é que me acontece sempre a mesma coisa
Ora deixei eu a chave de casa com um vizinho, não fosse ser preciso alguma coisa enquanto eu não estava (geralmente a coisa que é precisa envolve mesmo é o meu pai a ir lá a casa buscar as chaves do jipe ou qualquer outro brinquedo que lhe apeteça) e combinámos que na noite em que eu voltasse, o vizinho deixaria as chaves num sítio previamente combinado. Não deixou. Pois claro! Ficar trancada fora de casa é a minha sina, e quem segue este blog desde o início sabe que isto não é novidade nenhuma. Lá fui eu a casa da minha mãe buscar a cópia que lá está guardada para estas situações. Acontece que a cópia é exclusivamente da porta da minha casa e não da porta de entrada do prédio, que é pequenino, e que não tinha nenhum vizinho no interior que me deixasse entrar. Resolvi arrombar a porta com o BI. Não deu. Com a carta de condução. Também não deu. A única hipótese era a radiografia que eu tinha guardada para estas coisas (ver como arranjei a radiografia aqui). Foi nessa altura que me lembrei que tinha deixado a radiografia dentro do jipe, com o plano brilhante que se fosse precisa eu conseguiria arrombar o jipe, tirar a radiografia, e arrombar então a porta de casa. O que me falhou ao conceber este plano, foi que o jipe ia passar a estar guardado na quinta do meu avô. A uma hora e meia de distância de casa! Ora isto tudo, por volta das 23h, um frio de rachar e eu apenas de bikini e uma túnica fininha daquelas compradas aos marroquinos na praia. Resolvo ligar ao meu pai a pedir ajuda, o que é sempre um plano muito bom também, e ele lá disse que tinha uma radiografia em casa e que vinha ter comigo. Felizmente lembrei-me que tinha ali a mala do fim-de-semana e que podia vestir qualquer coisa mais quente, mas não podia despir a túnica no meio da rua porque antes de chegar a casa tinha resolvido tirar a parte de cima do bikini que estava molhada e então não tinha mais nada por baixo! Chega o meu pai e estou eu no meio da rua, de jeans, uma túnica por cima, uma camisola por cima da túnica, e embrulhada na toalha de praia ainda molhada e gelada. E quando olho para ele com aquele ar de “obrigada papá, estou salva”, ele saca de uma ecografia, tomografia, lobotomia for all I care, qualquer coisa em papel, que não uma radiografia. E fica ali com aquele ar todo relaxado de “eu consigo fazer isto” e claro que mal enfiou o papel na ranhura da porta, aquela porcaria rasgou-se toda. A mesma que ele, afinal, ainda tinha que ir mostrar ao médico! No meio disto, de repente, oiço um táxi na rua e sai de lá uma vizinha que afinal tinha decidido ir de férias um dia mais tarde. Abriu-me a porta. E o pai olhou para mim com o ar mais normal do mundo e disse: “devias andar com uma radiografia no carro”. E eu que já tinha estabelecido 20 minutos antes que esse plano afinal também não funcionava...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Somos ou não somos boas namoradas?
Nós mulheres...
...perdemos facilmente o controlo quando estamos ciumentas?
Não. Fazemos uma tempestade gigante, gritamos, barafustamos, e acabamos com eles durante 2 dias, mas isso não conta...
... queremos escolher os amigos dele e/ou não o deixamos ter amigos?
Claro que não! Com excepção dos amigos parvos com quem ele só faz coisas parvas e da colega do trabalho que é aí umas 20 vezes mais gira que nós.
... controlamos os seus movimentos e queremos saber sempre onde e com quem ele está?
Hum... a perseguição do telemóvel com os “onde estás”, “o que é que fizeste hoje” e “quem é que estava lá”, contam?
... fazêmo-los sentirem-se inseguros ou com receio de dar a própria opinião?
Não. A não ser que queiram falar sobre outras mulheres, roupa, o nosso peso, os nossos gostos musicais ou cinematográficos, a qualidade da nossa condução, e como a mãezinha deles é muito melhor do que nós.
... ignoramos as necessidades deles e os seus desejos?
Estamos a falar de sexo, não é? Só podemos estar a falar de sexo. E de futebol. É isso não é?
... tornamos-nos violentas sem motivo aparente para tal?
Não é sem motivo aparente para tal, o motivo existe e é muito válido, nós é que no momento não sabemos muito bem qual é de tão entretidas que estamos a expressar a nossa raiva.
... quando ficamos zangadas atiramos e partimos objectos ou batemos nas paredes?
Bater nas paredes não para não estragar as unhas. Mas o ocasional telemóvel contra o chão (o dele, claro) ainda pode ser. O comando da playstation às vezes também podia passear pelo ar alguns metros.
... quando ficamos zangadas gritamos, empurramos, puxamos o cabelo e batemos?
Nós tentamos empurrar, também há quem bata mas é assim como quem não quer a coisa. Puxar o cabelo só mesmo em situações mais interessantes mas aí convém as posições inverterem-se. Quanto a gritar, não comento. GRITAR??? NÓS????? A SÉRIO????
... tornamo-nos agressivas quando não queremos fazer o que ele quer ou quando discordamos com ele?
Agora fiquei confusa. Como assim quando não estamos de acordo? Isso é uma questão de segundos! Ele acha que quer alguma coisa que nós não queremos, mas está enganado. Ele quer. Só que ainda não o sabe. (e nós vamos usar da nossa passivo-agressividade para ele o perceber, que é como quem diz, vamos ficar com a birra e ignorá-lo até ele nos fazer a vontade e dar razão)
... humilhamos, insultamos ou ridicularizamos?
Não! Coitados! A não ser que se estejam a babar com a tal colega boa do trabalho, a contar como a mãe, quando era nova, era a mulher mais gira que eles alguma vez viram, ou a comentarem como têm uma pilinha maior que a média dos outros homens.
... obrigamo-los a terem relações ou a praticarem actos sexuais contra a sua vontade?
Às vezes, mas faz parte da brincadeira. :)
... culpamo-los frequentemente pelas situações de violência?
Não. Não é só pelas situações de violência. Todas as outras situações más também. A culpa é sempre deles. Mas isso não é óbvio numa relação? :)
Notem como 4 respostas afirmativas significam que há um problema mas eu consegui responder negativamente a quase tudo. É tão fácil ser mulher nestas coisas. Damos a volta a tudo!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Porque é que os homens fazem chichi contra uma árvore?
terça-feira, 4 de agosto de 2009
“Um dia sem a Megan Fox”
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Mês da infidelidade*
Eu nunca fui muito desta coisa dos rancores. Está feito, está feito, não preciso de andar a infernizar a vida de alguém para me sentir melhor, para isso existe o karma, e acredito que cada um tem o que merece sem eu ter que me chatear muito. E isto tudo porque, no episódio que vi, havia um senhor, coitado, que tinha chegado a casa mais cedo, vira uma carrinha estacionada à porta de casa, e encontrara a mulher a chegar em grande cumplicidade com o dono da respectiva carrinha. Então e qual era um dos exercícios do programa para o senhor libertar a raiva? Precisamente, destruir a carrinha em questão! E o senhor divertiu-se, como é óbvio, que até eu me divertia a lançar carrinhas de gruas monstruosas, e sentiu-se muito mais aliviado. Mas eu fiquei com uma questão. Ora se a produção do programa comprou a carrinha ao senhor traidor para que o traído a pudesse destruir, então o traidor não sai a ganhar no meio disto? Ficou-lhe com a mulher e com dinheiro para uma carrinha nova! Mais ninguém pensou nisto?!
Não entendo esta coisa das traições. Não entendo. Já fui traída, já ajudei a trair, mas nunca traí. É coisa que não tem a ver comigo. Se sentir essa necessidade é porque algo está verdadeiramente mal na relação e não me vejo preguiçosa o suficiente ao ponto de não conseguir pegar no telefone e acabar as coisas antes de fazer o que quer que seja com outra pessoa. E acreditem, eu sou preguiçosa! A sério que não entendo. E como este não é assunto que tenha sido suficientemente abordado aqui neste canto, comprei um livro que se chama “Por que razão os homens enganam as mulheres e vice-versa” e decidi que Agosto vai ser por aqui o mês da infidelidade. Que vos parece? É que vou querer as vossas opiniões sobre o assunto...
*aposto que houve muita gente feliz a ler este título e a pensar que este era oficialmente o mês em que podia fazer o que bem lhe apetecesse sem consequências. Ai, ai, foi ou não foi? :)
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Post feminino (desculpem meninos mas é sobre carteiras)

terça-feira, 28 de julho de 2009
Não escrevo porque estou ocupada a ver quantos quilos perco com a intoxicação alimentar
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Os erros típicos de uma mulher numa relação
“Are you still Mad”
are you still mad I kicked you out of bed?
Começa bem. Mas também começa com o mais inocente. Não sei porquê mas nós temos sempre este sentimento de posse em relação à cama. Mesmo quando se vive junto e a cama é dos dois. Por algum motivo assumimos sempre que se há uma discussão eles é que têm que ir dormir para a sala. Nós? Sair da cama? Está-se mesmo a ver. A cama é um privilégio. E se eles refilam, perdem-no.
are you still mad I gave you ultimatums?
Isto também é uma grande ideia feminina. “Fazes o que eu digo ou vais arrepender-te”. Nós não damos assim tanto por isso mas acho que funcionamos muito à lei da ameaça.
are you still mad I compared you to all my forty year old male friends?
Bem, amigos de 40 anos ou amigos de 4. Depende da situação.
are you still mad I shared our problems with everybody?
Ups… Não foi com toda a gente… Foi só com as minhas amigas todas. Ah, e com os teus amigos todos também.
are you still mad I had an emotional affair?
Porque tu não estavas lá para mim e eu estava vulnerável e não me deste atenção nenhuma, etc. e tal.
are you still mad I tried to mold you into who I wanted you to be?
Esperem lá, então mas não é essa a ideia? Um projectozinho?
are you still mad I didn't trust your intentions?
Temos pena, mas deixámos de confiar cegamente nos homens. Já nos queimámos o suficiente para acharmos que vocês têm sempre uma ideia escondida (que geralmente envolve sexo).
are you still mad that I flirted wildly?
Mais uma vez. Ah e tal, não me deste atenção suficiente e eu estava carente, e precisava de festinhas no ego, e sei lá mais o quê.
are you still mad I had a tendency to mother you?
Parem de se portar como criancinhas que nós deixamos de ser vossas mães.
are you still mad that I had one foot out of the door?
É jogar pelo seguro. Antes que nos magoem, já nós estamos a considerar acabar tudo. Dá-nos a ilusão que controlamos as coisas.
are you still mad that we slept together even after we had ended it?
O que faz parte! Até parece que eles também não querem! Nenhuma relação acaba a sério sem a sessão de sexo pós-namoro.
are you still mad I wore the pants most of the time?
Porque se não fosse eu a usá-las, andávamos os dois de fraldas. Já referi as vezes em que se portam como criancinhas?
are you still mad that I seemed to focus only on your potential?
Tu és bom, mas não tão bom quanto aquilo em que eu te vou tornar. Porque, mais uma vez, projectos é connosco.
are you still mad that I threw in the towel?
Ora eu nem sabia o que isto queria dizer, mas de certeza que fazia sentido. No entanto já pesquisei no google e é uma expressão que significa algo como “desistir”, “dar as coisas por encerradas”. Lá estamos nós a tentar controlar.
are you still mad that I gave up long before you did?
Foi quando percebemos que apesar do vosso potencial, o nosso projecto não vai chegar a bom fim. Vocês não vão mudar por mais voltas que se dê à coisa. Está na altura de considerar um projecto novo.
Are you still mad
Mas estás chateado comigo? (pergunta feita com aquele ar inocente e espantado, como se não tivéssemos feito nada errado)
of course you are
Têm razão para estar. Mas nós vamos continuar a dizer que não e que a culpa é vossa. Está bem?
domingo, 26 de julho de 2009
Eu prometo que é o último post sobre carros (mas este mete o papá lá para o meio...)
- Então mas espera lá, a chave roda é para esse lado...?!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Só confesso isto porque este blog é anónimo...
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Juntam-se duas mulheres a falar de carros e é isto
Ela: Como é que disseste que se chamava?
Eu: C3 Pluriel
(20 segundos depois)
Ela: O que é que chamaste à cor do carro?
Eu: Não chamei nada... sei lá... cinzento? Basta olhar para ele!
Ela: Não, foi outra coisa qualquer, um termo técnico, outra coisa...
Eu: Não estou mesmo a ver...
(outros 20 segundos depois)
Ela: Disseste o quê? C3 quê?
Eu: Pluriel.
Ela: Então mas...
Ontem foi o dia da estupidez, está visto
(e hoje não tenho água OUTRA VEZ o que quer dizer que vai ser mais um dia em grande... Isto é que eu vivo num sítio com qualidade de vida, hã?)
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Hoje devo ter acordado com a minha cara de estrangeira
- O multibanco não tem dinheiro. (e depois num inglês muito lento e com grande esforço) No money!
Ao que eu respondi:
E a senhora ainda ficou a olhar para mim como se a estranha no meio disto fosse eu...
(E depois cheguei a casa e não havia água. Parece que há uma ruptura na via pública. O que depois disto e de eu ter pago, tem a sua ironia...)
terça-feira, 21 de julho de 2009
"Filhas da Mãe, Fantasias Eróticas das Mulheres Portuguesas"
segunda-feira, 20 de julho de 2009
EU VOU-ME PASSAR
Belota ao telefone com as Águas SA
Enviaram? Não! Claro que não! E eu aqui descansada! Até ter ido tomar banho esta manhã e não haver água. Em vez disso havia um aviso a dizer que lhes devo 11 euros e que por isso me cortaram a água até eu ir lá pagar 50,55 € pelo incómodo de o senhor cá vir voltar a ligar o contador. Por isso vai ser assim: eu vou lá, vou refilar, não vai servir de nada e vou pagar. E quando o senhor vier, é bom que me cante o último álbum inteiro dos The Killers e mais algumas da Duffy. É que 50 euros é o preço do bilhete para um festival. E se não sair daqui corrido à mangueirada e bem encharcadinho já vai ser uma grande sorte.
domingo, 19 de julho de 2009
O que sabem as mulheres sobre os homens? - Respostas 2/2
Como é que um homem urina de PÉ quando está com uma erecção? (esta era uma pergunta sugerida num comentário, pelo Stressado)
Ora esta é que era a grande questão! Quem julgava ter acertado mesmo na resposta, saiu-se com um eloquente “não urina, ou passa sémen ou passa urina”, o que até parece coisa de alguém entendido. Mas não! Então e de manhã quando eles acordam? Como é que é? Aprendi eu, depois de ter perguntado MUITAS VEZES a um menino, que é assim meio inclinados para a frente e a empurrar aquilo o mais possível para baixo (como explica o desenho mas com menos uma mão na parede). Foi uma grande evolução de ideias visto que antes eu pensava que eles deviam para aí fazer o pino (o que justificava o facto de nunca acertarem na sanita). Querem saber mais? A grande resposta a esta pergunta, com muitos mais desenhos, pela mão do Stressado, aqui.
Qual é a diferença entre um tampão e uma jante?Estranhamente (ou talvez não), quase todas as meninas sabiam! Eu confesso que só aprendi esta recentemente, quando fui comprar o carro novo. Tentei pesquisar a resposta no google escrevendo “diferença entre tampão e jante” e o link patrocinado que me apareceu foi logo “o.b. ajuda-te–Obviamente / o.b. dá-te todas as respostas às perguntas sobre... o período!”. Parece que o meu computador sabe que sou rapariga e lá tentou aparecer com alguma coisa que talvez me viesse a interessar mais. A Deusa respondeu “a jante fixa o pneu ao eixo”. Pode ser. Não sei. O que raio é o eixo? (mas gostei desta resposta, foi coisa segura e entendida). “Tampão significa que joga o benfica e tem como consequência um "não sei se jante..." excelente play on words da Catarina. “Tampão é das mulheres, jantes é dos carros”, da Ajoanita também estava boa, mas a melhor foi mesmo a Catia que disse “O tampão é aquela coisa que fecha o buraco dos pneus para o ar não sair. A jante é a coisa de fora que serve para enfeitar o pneu”. Ora por este raciocínio o tampão é na realidade o pipo, e entre a jante e umas estrelinhas autocolantes qualquer coisa serve para enfeitar a roda. :)
O que é o PES? Como é que praticamente todas sabiam?? Como?? Mas toda a gente tem namorados que jogam isso?? Eu adoro playstation. Acho que é das melhores invenções de sempre, ali a par com a máquina de fazer muffins e o comando da televisão, mas não gosto de futebol, e aprendi o que era o PES aqui há cerca de um anito, quando escrevi um post sobre a playstation. Alguém falou em PES e eu fui pesquisar no google para não passar por parva. Antes disso, provavelmente, teria respondido “Preservativos Ergonómicos c/ Sabor?”.
O que é que nós realmente queremos dizer quando respondemos a um convite vosso com a palavra "eventualmente"?
AH!!!! Quer dizer “Não”! Pelo menos é o que os meninos me garantiram. Para mim, “eventualmente” quer dizer eventualmente, num futuro qualquer, um dia. Mas não é uma negativa! Parece que estava enganada. Sempre é melhor que o habitual dos meninos que diz que sim e depois fingem que se esquecem que tinham combinado coisas connosco. É mesmo à homem...
Quem são o Hannibal Smith, o Face, o Murdock e o B.A Barracus?

Eu conhecia o nome BA Barracus e associava a uma série de televisão, mas sempre pensei que a personagem do A-Team se chamasse Mr. T., nunca assumi que fossem o mesmo. Fazem parte do A-Team, Esquadrão Classe A ou Soldados da Fortuna para os mais velhitos. Mesmo assim ainda houve quem arriscasse “personagens de bd”, “jogadores, corredores” “piratas”, “modelos”, ou “jogadores de boxe”. Se bem que a Catarina estava certa quando diz que Barracus mais parece é o nome de um bar no Bairro Alto.
Resumindo e concluindo: estas perguntas não classificam um homem? Não. Mas são coisas nas quais eles são mais entendidos, lá isso são. E acho que as meninas não se saíram nada mal. Muito melhor até do que quando o questionário foi feito ao contrário (aqui)!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
O que sabem as mulheres sobre os homens? - Respostas 1/2
O que é um fora de jogo?

Eu sabia que tinha algo a ver com um jogador estar à frente dos outros (vê-se mesmo que nunca viram miúdas a jogar à bola! Qual “à frente do outro”? Nós estamos onde está a bola e acabou-se. TODAS!) mas resolvi informar-me melhor. Como tal encontrei esta imagem e a seguinte explicação:
o que a lei diz sobre a posição de fora de jogo:
“Estar em posição de fora-de-jogo não constitui por si só uma infracção.
Um jogador encontra-se em posição de fora-de-jogo se estiver mais perto da linha de baliza adversária do que a bola e o penúltimo adversário
Um jogador não se encontra em posição de fora-de-jogo se:
* estiver no seu próprio meio campo ou* estiver em linha com o penúltimo adversário ou* estiver em linha com os dois últimos adversários“
Está tudo aqui no blog do Esmifradito, que me esmifrou mas foi a cabeça assim que acabei de ler aquilo. Fiquei à nora outra vez. Isto para mim anda muito perto da matemática. Um mil milhão ser 999 milhões mais um, ou 999 milhões mais mil, ou a linha da baliza e o estar em linha com os adversários, que afinal é estar em linha com o penúltimo adversário, ou mais perto da baliza adversária do que a bola do penúltimo adversário, para mim vai tudo dar ao mesmo. :S
Qual o alter-ego de Bruce Wayne?

Então e não é que quase todas acertaram? Quase... Eu confesso que não fazia a menor ideia. Sabia lá quem era o Bruce Wayne... E se me tivessem perguntado ao contrário, “quem é o alter-ego do Batman” eu provavelmente teria respondido que era o Robin. E muito orgulhosa por saber que o Robin é um gajo (é que é mesmo nome de menina, desculpem lá).
Em média quantas marcas de água-de-colónia é que os homens usam na vida?

Parece que toda as meninas estavam de acordo que deviam ser apenas umas 2 ou 3. Se bem que a Eu Mesma se lembrou, e muito bem, do Old Spice. Não houvesse mais publicidade a colónias para homens e andavam todos a cheirar ao mesmo desde 1938 (altura em que se criou o Old Spice para homens, um ano antes foi criado para mulheres mas a coisa não pegou tão bem).
Quantos cavalos tem um Bugati Veyron?

Diz a Wikipedia:
O motor é instalado na parte central do carro, atrás do cockpit. Ela gera algo em torno dos 3.000 cv (cavalos-vapor, 735,5kw), mas apenas 1.000 são distribuídos pelas quatro rodas. 1.000 deles são tragados pelo sistema de refrigeração e 1.000 evaporam pelo aparato de exaustão. Toda essa sofisticação traduz-se em 1.001 cv.
Notem como na wikipedia se referem ao motor no feminino! É mesmo coisa de homem...
Entre 250, não sei, bué, buereré, 230, 700, e “nenhum que tenha 4 patas”, houve um bocado de tudo em resposta a esta. Eu gostei da Lúcia que respondeu 1001 e ainda corrigiu que se escreve “Bugatti” e não “Bugati”. Toma!
Em média, quantos anos dura um par de jeans de um homem?

Depende de quantos anos vive o homem que possui os jeans. É até se desintegrarem. E ainda dizem com orgulho “Estes jeans brancos? Antes eram azuis escuros! Oh, dá para ver a cor ainda aqui dentro do bolso!” Blagh, imagino quanto tempo duram os pares de boxers...
Quem é a Jenna Jameson?

“A esposa do senhor que inventou o Jameson?” Sim, é isso. Aliás, o sr. Jameson ficou muito orgulhoso quando a viu na capa da Playboy. :) (também gostei de quem sabia quem era a Jenna Jameson mas tinha vergonha ou estava surpreendida por saber)
(cont.)
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Dramas que só nós é que entendemos
A fúria de termos passado uma hora a esticar o cabelo e começar a chover assim que passamos a porta da rua;
A revolta por aquele gajo estúpido de quem nós nem gostamos também não gostar de nós (mas é possível alguém não gostar de nós?!)
A angústia de, por muito creme adelgaçante que usemos, nunca acabarmos com mais 10 centímetros e a estrutura óssea da mulher parva que está na caixa do creme;
A irritação de termos “esquecido” numa tarde a dieta de um mês e no dia seguinte a balança indicar mais meio quilo;
A aflição de pensarmos que vamos ter que fazer chichi e que estamos num sítio sem casa-de-banho (que até nem tínhamos vontade, mas passamos logo a ter);
A melancolia que sentimos às vezes só porque sim. Não temos uma razão concreta, é só mesmo porque sim, e na altura essa parece uma razão muito válida.
A lamechice de termos que controlar as lágrimas em casamentos ou na última parte de um filme romântico mesmo bom;
A mágoa de ver a Izzie Stevens casar para morrer a seguir.
Está mal.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O que sabem as mulheres sobre os homens? (o primeiro post que não é escrito pela Belota)
O que é um fora de jogo?
Qual o alter-ego de Bruce Wayne?
Em média quantas marcas de água-de-colónia é que os homens usam na vida?
Quantos cavalos tem um Bugati Veyron?
Em média, quantos anos dura um par de jeans de um homem?
Quem é a Jenna Jameson?
Como é que um homem urina de PÉ quando está com uma erecção? (esta era uma pergunta sugerida num comentário, pelo Stressado)
Qual é a diferença entre um tampão e uma jante?
O que é o PES?
O que é que nós realmente queremos dizer quando respondemos a um convite vosso com a palavra "eventualmente"?
Quem são o Hannibal Smith, o Face, o Murdock e o B.A Barracus?
Ass. O irmão e o melhor amigo da Belota
Parecia que estavam esquecidos mas não!
A Lee de A Lee Aqui... que deixou o selo “O teu blog é um amor”
A Ms Myself da Hora do Partilhanço e a menina de O Mundo dos Queijos (que não tem nome!) que deixaram o selo "O Teu Blog Merece Ser Filmado" (ora e não é que isso seria mesmo giro?)
A Liana do Liana’s Secret Diary que deixou o selo “J’adore tien blog”
E a ... do Lounge Living por um selo que eu não sei o nome, mas foi o primeiro dela e por isso é importante. :)
Então um obrigadinho a todas!
Já cá volto para escrever qualquer coisa, vou só fingir que trabalho um bocadinho...
terça-feira, 14 de julho de 2009
Trip down memory lane
Mais alguém se lembra desta série dos anos 80? Chamava-se Kids Incorporated (sem tradução para português) e passava aos fins-de-semana de manhã, no final dos desenhos animados (sei que era no final que já nessa altura eu gostava de acordar tarde e não via os desenhos animados). Ora agora reparem lá bem no genérico: a Stacy Ferguson é a Fergie de hoje em dia, e a Love Hewitt é a Jennifer Love Hewitt. So funny!!
Formas Luso
- Ah, vocês não bebam isso! Olhem que isso tira mesmo a fome!!
Epah, nessa altura é que eu fiquei preocupada. Aliás, considerei logo substituir a água por um chocolate. Gajos! Têm as prioridades todas trocadas! :)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
As meninas são más
Puto de 4 anos: Tia, eles não me deixam ser o "árbritro"
Puto de 7 anos: Porque o apito é meu, já o meti na minha boca, por isso o árbitro sou eu! O apito já está cheio do meu cuspo!
Menina de 6 anos: Tia, elas não me deixam brincar às bonecas com elas!
Menina de 5 anos: Porque nós não gostamos dela.
Toma! Directo. Assim a frio e tudo. Fogo, as miúdas são mesmo más! :S
Diferença entre pais e mães
Quando alguém lhes pergunta pelos filhos:
Mães: Está ali a brincar com a filha de não sei quem, com o triciclo amarelo, a comer um rebuçado e a esfregar as mãos lambuzadas na t-shirt.
Pais: Não sei. Deve estar a brincar lá fora com os outros putos. Queres uma cerveja?
Na mesma situação:
Mães: Não vão para aí, tenham cuidado, vão cair, vão magoar-se, depois choram, não querem isso, pois não?
Pais: Podes ir para aí, podes. Queres que chame já a ambulância?
Quando os putos deixam cair um garfo no chão:
Mães: Não comas com isso que está sujo, a mãe vai buscar outro!
Quando deixam cair uma fatia de bolo no chão:
Pais: Apanha lá isso e come rápido antes que a tua mãe veja.
Esta é outra. “Antes que a TUA mãe veja”. O meu pai ainda hoje me faz isso. “Vieste com a mãe? Foi a mãe que te trouxe? Foi a mãe que ajudou?” mas depois “Pareces mesmo a TUA mãe”. O “tua” é atirado ali para o meio quando dá jeito. E muda logo o sentido da coisa. Mas pelo menos nunca me disse “Vai, vai, que eu vou chamar a ambulância”. Não. Ele dizia só o “vai”. E depois eu caía e estava resolvido. Foi como a vez em que eu com 7 anos caí à água toda vestida porque estava a brincar onde não devia. Ele nem me avisou. Esperou que eu caísse e riu-se na minha cara encharcada.
Os pais são mais práticos e directos. Mas ainda bem que existem mães, senão em vez de 10, eu tinha posto 30 pensos-rápidos nos joelhos esfolados daqueles putos ranhosos.
domingo, 12 de julho de 2009
Esta tarde promete
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Gajos! O que eu me farto de rir por causa deles!
"Encontras-me na boa! Eu fico aqui à tua espera ao lado do caixote do lixo azul!"
Problema número 1, estarem de acordo com o que é exactamente um caixote azul (ver este post). Problema número 2, e talvez o mais importante, (digo eu...) é que só à nossa volta eu conseguia ver 10 caixotes do lixo azuis (mesmo, eu contei-os), logo, calculo que espalhados pelos recinto, ao todo, existissem para aí uns 200. Foi um bom ponto de referência. Mesmo à homem! :)
Já agora outra coisa:
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Optimus Alive
Se chegarem logo à noite ao Passeio Marítimo de Algés (que deve estar mesmo bem escondido que eu farto-me de passar na marginal e nunca reparei num espaço grande por ali) e virem os metaleiros todos de um lado e depois uma parva sozinha em frente ao palco pequenito a ver a banda que ninguém conhece, a parva sou eu.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Todos os homens de jeito são gays ou estão casados
Ponto 1: um homem gay é praticamente uma mulher;
O que me leva à seguinte questão:
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Vou-te Excluir do Meu Orkut
Já vi isto em três blogs diferentes e peço desculpa por me estar a repetir, mas o meu ataque de riso está a ser tão grande, que senti uma necessidade imensa de vir aqui mostrar esta grande pérola da canção nacional, a todos aqueles que ainda não tiveram a “felicidade” de se cruzarem com o grande Élvio Santiago.
Parece que a versão original é brasileira, e então, num rasgo de inteligência, o Élvio lançou outra música para que os jovens portugueses se pudessem identificar melhor. Chama-se “Eu vou-te bloquear no meu Hi5”. Surpreendidos?
Ora isto com o facebook, o chat do gmail e afins, não deve ficar por aqui. Por isso, enquanto aguardamos expectantes mais uma grande música, eu sugiro que cantemos todos juntos:
“Eu vou-te deletar, te excluir do meu orkut
Eu vou-te bloquear no éme ésse éne
Não me mandes mais scraps, nem e-mails, powerpointeee
Me exclui também e adiciona ele”
(Até estou com vontade de arranjar um namorado só para acabarmos e eu lhe poder cantar isto! Ou como diria o Élvio “para eu cantar isto a ele”)
domingo, 5 de julho de 2009
A dança da malinha
Coisas que não entendo
(e estou aqui cheinha de dor-de-cotovelo que eu também gostava de ser como esta gente)
sábado, 4 de julho de 2009
Hoje, festa nos Jardins do Casino Estoril
sexta-feira, 3 de julho de 2009
As mulheres masturbam-se?
Por isso, ao menino que achava que nós não o fazemos com frequência: fazemos. Mas a culpa não é nossa. É dos senhores dos shampoos.