Eu (em segredo): Vou pegar numa mangueira de combate a incêndios e inundar o escritório.
Colega: Mas depois vais de cana!
Eu: Há refeições a horas fixas na prisão?
Colega: Sim...
Eu: Cama para eu dormir?
Colega: Sim...
Eu: Aceito.
Agora em versão um homem e duas mulheres (vá, um bebé) cá em casa. Vence a maioria.
Hoje usei a casa-de-banho de uma escola secundária. Nenhum dos cubículos tinha papel higiénico. Não é que tivesse terminado, não existiam sequer os suportes para os rolos nas paredes. Quando fui lavar as mãos não havia sabonete. Encontrei a senhora da limpeza que me explicou que as alunas deixavam o chão sujo de sabonete líquido e então tinham optado por tirá-lo. Também não havia toalhas de papel para secar as mãos. Pelo mesmo motivo que não havia papel higiénico. Ficava atirado para o chão ou onde calhasse. Na parede o aviso que aqui deixo com o bonito pormenor de um penso higiénico pintado de encarnado. Não as repreendem nem as ensinam. Tiram-lhes as coisas básicas. Vejo futuro neste plano. E esta era uma escola num local considerado "privilegiado". Já usei casas-de-banho em países subdesenvolvidos com melhores condições.
E se há coisa que eu gosto é de livros oferecidos! Por isso, aqui fica a sugestão para seguirem a página da Editora Objectiva no facebook (está aqui) e habilitarem-se a ganhar um livro por semana, ou ainda um exemplar de todos os livros que a editora publicar até ao final do ano! Ora é ou não é uma excelente ideia?
E ontem lá apareceu esta menina com estes brincos. E eu dedico este post ao meu irmão, que no ano passado quando me viu com um colar igual, me perguntou o que andava eu a fazer na rua com um "penduricalho das cortinhas preso ao pescoço".


Afinal parece que chegámos à conclusão que a estratégia The Naked Man não apresenta grandes hipóteses de funcionar. Dá azo a gargalhadinha na cara, chuto no rabo e está feito. Por outro lado, the naked woman é quase tiro e queda. Mas agora impõe-se outra questão. Será que eles preferem o choque e surpresa do nu integral, ou a sensualidade de uma lingerie especial?
Ontem vim trabalhar e descobri que durante a semana em que estava de baixa um menino enviou-me laranjas para o escritório. Piadita para ajudar na recuperação. O mais estranho, é que não foi o mesmo menino desta vez!!
A teoria não deve ser estranha a muitos de vocês, particularmente a quem vê How I Met Your Mother, e baseia-se num pressuposto tão simples quanto despir a roupa por completo a meio de um date, enquanto a rapariga se ausenta para alguma coisa. A estratégia não só assenta no factor surpresa e na mostra de uma personalidade forte e confiante, como garante que funciona duas em cada três vezes que é tentada. Ontem comentava isto com um amigo e referi na brincadeira que se fosse ao contrário, se fossemos nós a despirmo-nos enquanto eles tinham ido abrir uma garrafa de vinho ou seja o que for, de certeza que funcionaria três em cada três vezes. Que os meninos não são tão exigentes assim. Miúda despida, ‘bora nisso. Ele nem tentou contra-argumentar. Mas até que ponto é que isto funcionaria connosco? Eu defendo que uma mulher sabe se seria capaz de dormir com um determinado homem no preciso instante em que o conhece. E se o quiser fazer, será uma questão de tempo, de disponibilidade, de mais ou menos vontade, de educação, de moralismos, de álcool, whatever. O facto de ele aparecer de surpresa todo nu, não sei se teria um peso muito positivo. Soa a desespero. Por outro lado também soa a aventura. E como isto é uma blogo-democracia, vamos a votos. Meninas, afinal em que ficamos? A estratégia The Naked Man, funciona ou não? Meninos, se a resposta total for positiva, já sabem o que pôr em prática no próximo date. Se a reacção não for a melhor, peçam desculpa e digam que vêm daqui.