terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Detesto compras de Natal

Acabei de chegar de um centro comercial com o ar condicionado no máximo e 300 biliões de pessoas transpiradas a esfregarem-se umas nas outras. E ainda faltam três dias para o Natal. A seguir caminhei à chuva até ao carro. Estou com a sensação que devo cheirar a cão tinhoso e molhado. Que assim de repente é a coisa mais nojentinha de que me consigo lembrar.

9 comentários:

Anita disse...

Pobre cãozito -.-"

Eu fui ontem a uma superfície comercial, de nome espanhol, e hoje teria de voltar lá, ou a outro do género... TERIA!!!! Deus ma livre!!! Acho que vou deixar o resto para a altura dos Reis...

Ruben Alves disse...

Idem.... Nunca tinha visto o Cascaishopping tão cheio...

Acho que devíamos celebrar o natal por ordem alfabética e seria uma coisa feita ao longo do ano... hehehe

Nota interessante: as lojas de mulheres são sempre aquelas que tem mais pessoas...

Eu Mesma! disse...

Qualquer cc nesta semana fica completamemye proibitivo...

ainda dizem que temos crise...

Louco disse...

Deixar compras para a ultima semana de dezembro é erro de principiante.

butterfly disse...

Pois...nestas alturas é crucial e tipicamente português...deixar as comprinhas sempre para a última...
o meu blog:http://omeumundodepalavras.blogspot.com

Fatyly disse...

Por isso mesmo é que nesta altura não me meto em centros comerciais porque vou fazendo as "comprinhas/lembranças" durante o ano:)

Anónimo disse...

Segredo:
• Delinear um plano que maximize a eficiência e minimize desperdícios de tempo, isto é, saber o que dar a quem e onde comprar
• Garantir disponibilidade para dia 24 da parte da tarde
• Atacar apenas um ponto de venda

Patife disse...

Já vi muitas orgias começarem assim. ;)

A Senhora dos Apartes disse...

Também a mim me gaz confusão essa história do ar condicionado a 30º. Juro que não percebo a estratégia. Uma pessoa vem da rua, completamente enchouriçada em roupa, ao fim de entrar em 2 lojas, já tem o cachecol atado à mala, o sobretudo, no braço e em casos eplosivos já despiu alguma malhita que ainda levasse. Não há mãos disponíveis. Uma carrega a mala, outra carrega os abafos. Como agarrar as coisas?
A ideia será, por em desespero de estufa, comprarmos a primeira coisa que nos pareça de jeito e irmos embora? Isto é uma estratégia comercial?
E os funcionários das ditas superficies lá andam de manguita curta... Se alguém me conseguir explicar o porquê do ambiente tropical ficava muito agradecida.