Não somos. Geralmente achamos que somos especiais e que o mundo gira à nossa volta. Também não sabemos muito bem aquilo que somos na realidade. Depende do dia. Ou da hora. Do minuto, vá. Somos queridas, somos vingativas, somos sexys, somos infantis, somos adoráveis, somos detestáveis, somos perigosas, somos preocupadas, somos atentas, somos distraídas, somos um espectáculo, somos insuportáveis, somos decididas, somos completamente perdidas da cabeça, somos impecáveis, somos doidas, somos apaixonadas, somos maternais, somos independentes, somos inconstantes, somos aventureiras, somos temerárias, somos precipitadas, somos alegres, somos mariquinhas, somos felizes, somos profundamente infelizes sem qualquer razão aparente, somos gordas quando todos nos acham magras, somos baralhaditas emocionalmente, somos inesquecíveis, somos sonhadoras, somos focadas e arrebatadoras. Mas se há coisa que não somos, é normais. Isso seria demasiado banal e redutor. E somos tão mais do que isso.
Agora em versão um homem e duas mulheres (vá, um bebé) cá em casa. Vence a maioria.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
E agora nas palavras de Oscar Wilde
Não somos. Geralmente achamos que somos especiais e que o mundo gira à nossa volta. Também não sabemos muito bem aquilo que somos na realidade. Depende do dia. Ou da hora. Do minuto, vá. Somos queridas, somos vingativas, somos sexys, somos infantis, somos adoráveis, somos detestáveis, somos perigosas, somos preocupadas, somos atentas, somos distraídas, somos um espectáculo, somos insuportáveis, somos decididas, somos completamente perdidas da cabeça, somos impecáveis, somos doidas, somos apaixonadas, somos maternais, somos independentes, somos inconstantes, somos aventureiras, somos temerárias, somos precipitadas, somos alegres, somos mariquinhas, somos felizes, somos profundamente infelizes sem qualquer razão aparente, somos gordas quando todos nos acham magras, somos baralhaditas emocionalmente, somos inesquecíveis, somos sonhadoras, somos focadas e arrebatadoras. Mas se há coisa que não somos, é normais. Isso seria demasiado banal e redutor. E somos tão mais do que isso.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Nas palavras de Barbra Streisand
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Em que é que os homens e as mulheres são melhores uns que os outros?
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Ah que saudades do amor louco e jovem
"Às vezes tenho vontade de te partir uma perna só para poder ficar em casa a cuidar de ti"
domingo, 10 de outubro de 2010
Post que se calhar só as meninas vão entender
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
A tal história da Nova Zelândia e dos filmes de terror (ou como eu vejo televisão a mais)
O único modo de se chegar às tais praias, é atravessar as montanhas infindáveis e a fabulosa rainforest neozelandesa. E a única solução que encontrei para o fazer, foi alugar um surf shuttle, conduzido por um senhor extremamente simpático e absolutamente gigante. Facto número um, logo aqui, a prestar atenção: um senhor grande e fortíssimo com quem eu nunca conseguiria lutar, e incrivelmente simpático, que nos filmes eles são sempre simpáticos inicialmente para se conseguirem aproximar das vítimas. Mas lá fomos, a mãe e eu, sozinhas, de madrugada, bem cedinho, uma hora de caminho pela autoestrada com o senhor, e depois mais duas horas pela montanha, onde não se vê absolutamente nada nem ninguém, onde não há turistas, não há mais carros, não há rede no telemóvel, não há NADA! Aí trocámos olhares e pensámos as duas “bonito, duas mulheres sozinhas no outro lado do planeta, no meio da floresta, com um estranho gigante. Se nos acontecer alguma coisa ninguém sabe onde estamos!”. No início da montanha o nevoeiro era imenso, cinzento escuro, assustador, mas felizmente à medida que as horas foram passando o céu lá foi ficando mais claro. E o senhor sempre simpático.
Chegámos às praias, vimos aquilo tudo a pé, andámos quatro horas dentro da floresta, e regressámos ao ponto de encontro para voltarmos para a cidade. Tínhamos andado para aí uns 20 minutos numa estrada assustadora e estreita quando o senhor percebe que se tinha enganado e resolve fazer inversão de marcha, numa manobra em que eu acreditei mesmo que íamos cair ribanceira abaixo. Tinha-se enganado, dizia ele. Na realidade ele bem podia dizer ou fazer o que quisesse, nós não tínhamos a menor ideia de onde estávamos e só se viam árvores à volta! Pouco depois chegámos a uma estrada mais larga que me pareceu familiar, o senhor faz uma curva para a esquerda, e temos esta conversa:
Eu (a medo): Desculpe, mas eu tinha ideia que nós tínhamos vindo do outro lado, não devíamos ter virado à direita?
Senhor: Vou mostrar-vos um segredo.
Eu (a fingir um ar muito normal): A sério? Que giro, o quê?
Senhor: Uma coisa na floresta muito importante para o povo Maori mas que ninguém conhece.
Oi? Se ninguém conhece e não estava nos planos, deixe lá que nós passamos bem sem isso. Mas o senhor lá insistiu. Passam-se mais 15 minutos, e de repente vejo-o a meter a mão atrás do banco, a confirmar se lá tinha qualquer coisa. Quando olho para baixo, vejo aos meus pés três garrafões de gasolina e duas caixas com bobinas de fita adesiva. Aí é que o cenário me pareceu familiar. Na véspera de embarcar para a Austrália, tinha visto um filme de terror chamado Severance/Mutilados, em que uma mulher acabava presa a uma árvore com fita adesiva, regada com gasolina, e queimada viva. Pronto, deixei logo de achar piada à brincadeira. Eventualmente o senhor lá pára a carrinha no meio de uma estrada deserta e diz:
Senhor: Deixem tudo no carro e venham comigo.
Nós: Desculpe? Porquê? Onde?
Senhor: Já disse que é segredo, não tragam nada e saiam do carro.
A minha mãe só dizia “Não vamos Belota, não saímos daqui”. Mas lá a convenci, depois de discutir com o senhor que saía mas levava as coisas comigo. Mais não fosse dava jeito ter identificação quando encontrassem os nossos corpos 15 anos depois (piada parva, espero que a minha mãe não esteja a ler isto). Vamos até à entrada de um trilho com arbustos cerrados e o senhor a insistir “é por aqui, são só 10 minutos a pé”. Aí é que desistimos mesmo. Não se via nada para dentro das floresta, o senhor que não dizia o que nos queria mostrar, não passava ninguém naquela estrada horrível, e eu só pensava “bem, nós somos duas, será que conseguimos lutar com este homem enorme?”. Batemos com o pé e voltámos para a carrinha. O caminho de três horas até à cidade foi feito com o silêncio mais constrangedor de sempre. O senhor percebeu com toda a certeza que não confiávamos nele e que tínhamos tido medo. Só abriu a boca no final, enquanto saíamos, para dizer “era a árvore mais antiga da floresta, perderam uma coisa muito especial”. Eu confesso que quando ele disse isso respirei fundo. Era só uma árvore. Ok. Não era perigoso (vá, vamos acreditar que não era) mas também não tínhamos perdido nada do outro mundo. Pelo sim pelo não, decidi naquele momento que ia deixar de ver tantos filmes de terror.
As paisagens, a floresta, as praias, tudo aquilo compensou as dúvidas que tivemos. Posso seguramente afirmar, que essa pequena viagem foi das melhores coisas que já fiz na minha vida. Se alguém quiser repetir, falem comigo que eu tenho o contacto de um senhor grande e simpático que vos leva num surf shuttle... ;)
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Esta gente (homens) que diz no telejornal que andar de mota é melhor do que sexo,
(A única coisa que bate este disparate, é o disparate maior ainda da mulher, sentada atrás, que fica caladinha a ouvir aquilo. Ou a pensar no amigo especial que a visita todas as vezes que o marido sai de mota. Se calhar é mais isso.)
Peço desculpa, para a próxima eu torno a situação mais grave antes de ligar
Eu: Boa noite, eu estou na auto-estrada tal, mesmo junto à saída tal...
Ah pronto, para a próxima, se isso acelera o processo, eu dou um toquezinho com o carro no senhor e depois ligo para o número de emergência. Parece que ajuda a resolver a coisa.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Adenda ao post anterior
Lógicas parvas. Mas eficazes.
Não sei se é uma espécie de em terra onde todos têm sede, quem tem água dita as regras. Espero bem que não, que é um pouco redutor para nós. Mas pode ser. Ou se calhar é o uso do termo "pipi" que os deixa sem reacção. Seja o que for, resulta sempre.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
A Belota foi a uma aula de sensualidade
Ah pois foi! Uma coreografia toda sensual com um lenço e outra na cadeira, que lenços e cadeiras todos temos em casa, em oposição a um varão. Deu jeito, pois que deu. Mas antes disso muita conversa e algumas dicas básicas. E só vos digo isto: ser uma mulher sensual é cansativo! Se eu saísse à rua a pensar em todos os pormenores que foram ensinados, quando chegasse a altura de abrir a boca não conseguiria dizer nada. Ou se calhar nem precisaria, que a ideia é capaz de passar mesmo por aí... Nada daquilo é muito natural, mas o truque é que o pareça. E quando bem feito, parece mesmo! Mamas ao tecto (a minha expressão favorita de toda a aula), costas puxadas para trás e ligeiramente curvadas, queixo suavemente para baixo e olhar na linha do horizonte, mãos a tocarem levemente o cabelo ou a alça do vestido, pés ligeiramente de lado alinhados às 5 para a 1 (como um relógio preciso, nem mais nem menos), joelho para dentro encostado à perna de suporte (parece que nos dá uma figura curvilínea de ampulheta, que aparentemente é o que se quer), no caso de se estar sentada, pézinhos em pontas, sempre, perna traçada mas ligeiramente subida, sem que a parte de trás do joelho apoie sobre a outra perna, o pé que fica pendente completamente alinhado com o que está no chão. Nada disto propriamente confortável. Por isso, meus meninos, só vos tenho a dizer uma coisa. Prestem atenção. Prestem muita atenção e reconheçam estas posturas. É sinal que queremos que nos saltem para cima. E rapidinho, que ninguém aguenta fingir que estas posições são confortáveis e nos saem naturalmente durante mais do que cinco minutos.terça-feira, 28 de setembro de 2010
Isto não está fácil
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Pequenos dilemas do dia-a-dia
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
E por falar em turn offs
Tinha a Lady Gaga um aninho apenas, e já Jana Sterbak fazia uma exposição com um vestido de carne. Quase dez anos depois, uma poltrona feita com carne. Mas lá está, não era a Lady Gaga. Não há muita paciência para estes stunts publicitários. Mas menos ainda para as defesas profundas que garantem que esta é uma afirmação em defesa das mulheres. Em como não podemos continuar a ser vistas apenas como um pedaço de carne. Tem piada, porque o vestido é tão curto, mas tão curto, que eu ia jurar que aquilo que ela queria que fosse visto era a sua própria carne por baixo da carne. O outfit completo parece gritar "come-me". Mas não, é um protesto em defesa das mulheres. Esta conversa do feminismo parece que serve de desculpa para tudo. A mim serve para me cansar. No patience. At all. quinta-feira, 16 de setembro de 2010
As meias de liga são para tirar?
Tenho notado por experiência própria e conversas com amigas, que os homens vêem as meias de liga como algo extremamente sexy, mas a remover no espaço de cinco minutos após lhes terem colocado a vista em cima. Aos meninos, eu garanto que dificilmente nós andamos de ligas durante o dia, e que as colocamos especificamente para o momento. E que nem são tão baratas assim para nos serem imediatamente arrancadas do corpinho. Acção que até nem é propriamente necessária para o desenrolar da coisa. Por nós, as meias podem, e se calhar devem, ficar vestidas o tempo todo. Visualmente não é mais apelativo? É que a ideia é essa! Agora se vocês me vierem cá dizer que vos dá um gozo tremendo deslizarem as meias pelas nossas pernas, que qualquer peça de roupa extra que nos dispam é mais um turn on, então aí o caso muda de figura. Por isso, e deixando o ponto de vista feminino bem claro, expliquem-nos a razão de nos tirarem as meias com a mesma urgência com que nos tiram um soutien. É que até agora eu ainda não percebi!quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Ando mesmo ali no limite...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Quantos homens são precisos para mudar a roda de um carro?
A minha melhor contribuição para o assunto? Quando o fotógrafo tirou uma coisa escura, redonda e grande da mala do meu carro, eu olhei para aquilo aflita e exclamei "oh, a minha roda sobresselente não tem pneu!!!" e ele respondeu com um ar incrédulo "isto é a caixa onde estão as ferramentas, o pneu está por baixo".
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Também tenho direito, ou não?
Ao que os blogs já chegaram...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Pois, claro, mas agora em linguagem de miúda, pode ser?
Ele: A minha guitarra nova é um Porsche! Estão tão contente! A outra era um Passat, antes disso, a minha primeira guitarra era um Fiat Panda! Tu não percebes como estou entusiasmado...Eu: Claro que percebo! Eu tenho um piano, e esperei muitos anos para o ter!
Ele: Ah. E o teu piano é um Porsche?
Eu: Não.
Ele: Um Passat?
Eu: Não sei.
Ele: Sabes o que é um Passat?
(momento de silêncio)
Ele: Se o teu piano fosse uma carteira, seria o quê?
O que não me destrói, dá-me força
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Ui, que isto está bonito!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Esta calçada à portuguesa mata-me
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Gostava de dizer que o blog anda fraquito por motivo de férias
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Conversa com o pai #9586
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Lá dizia o outro que ontem era suposto haver um terramoto
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A tradição ainda é o que era?
Estava a ver o "Say Yes to The Dress" e confusa com aquelas noivas todas. Não é um programa que me cative particularmente, mas como mulher que sou, gosto da ideia da compra de um vestido de 5.000 dólares e aquilo acaba por me entreter quando já estou meio adormecida. Nunca tive o sonho do casamento na igreja com 300 pessoas e o vestido de cauda gigante. Sempre imaginei mais um momento a dois, no ímpeto e irracionalidade do momento, e o resto logo se vê. Um casamento ao estilo, bebi-três-vodkas-ao-pequeno-almoço-e-aconteceu, que me dá uma boa história para a vida inteira. No final do programa, ouviu-se em off um locutor que dizia "princess for a day and a wife for the rest of her life". E eu questionei-me se no meio do feminismo exacerbado e a luta pela igualdade exagerada dos dias de hoje, ainda é isto que afinal elas querem. É? As mulheres ainda sonham com casamentos de princesas nos dias que correm? Meninas, ora digam lá de vossa justiça...quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Ser jovem e independente neste país é uma alegria
Não fosse eu até ter sentido de humor e a coisa estava feia. Muito feia. Alguns edifícios estariam a arder. Com toda a certezinha. (ou talvez não, não sei se tenho dinheiro para comprar fósforos)
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Boys will be boys (men are a different matter)
They still stay boys.
;)
domingo, 1 de agosto de 2010
Tenho esperança na próxima geração
Tenho quase a certeza que já usei esta imagem algures aqui pelo blog, mas hoje, a sério e sem ser por desenhos, vi uma menina de quatro anos a arrastar um puto da mesma idade pelo colarinho da camisola, enquanto ele gatinhava ao lado dela como um cachorrinho. Os dois com quatro aninhos!! Foi lindo!:D
quinta-feira, 29 de julho de 2010
No dia em que ele me cantar isto, eu caso-me
Pode ser a música mais gay, bimba, pirosa, o que quiserem. Mas no dia em que ele me cantar isto, eu caso-me. Também me pode levar a Londres ao musical e sussurrar baixinho durante a canção. Eu não sou esquisita e até gosto de andar por aí a passear. Juro que me caso. Agora resta saber quem "ele" é. Mas isso é só um pormenor.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Pensamento pateta, embora pertinente, da semana
"Melhores do que os homens? Vocês nem sabem por onde fazem xixi!"
Ah pois é! Quer dizer, sabemos. É por ali. Algures por ali. Mais para cima, mais para baixo, por ali... Sabemos, é claro que sabemos. Hum, mais ou menos... Vendo bem... Acredito que a maior parte das mulheres nunca tenha pensado seriamente nisso. Caraças, aquele argumento arruína qualquer conversa! :)
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Será que afinal há esperança para os escuteiros?
De certeza que já fiz por aqui uma piada ou outra com escuteiros. Podia ter escolhido anões, carecas, wahetever, mas não, as minhas vítimas preferenciais sempre foram os escuteiros. Sobretudo os meninos crescidos escuteiros. Os lencinhos, os calções, as fitinhas nas meias até ao joelho (jarrateiras, segundo me informou uma criança de 6 anos), parece-me tudo muito pouco másculo ou adulto. Dá-me vontade de rir. Dá-me mesmo muita vontade de rir. Preferencialmente à frente deles. No entanto, em conversa com uma amiga, descobri que os meninos escuteiros têm uma habilidade genial, que consiste em saberem lidar muito bem com nós, tarefa particularmente útil para nos desapertarem as fitinhas da parte de cima dos bikinis. Achei genial! Finalmente algo verdadeiramente útil a ser aprendido nas longas caminhadas e subida de montanhas, ou ajuda a velhinhas em passadeiras, ou o que quer que seja que aquela gente faz. Deste modo, e porque não me fica bem negar à partida uma ciência que desconheço, este Verão declaro abertas as candidaturas para escuteiros. Mas quero aqueles que tenham participado no acampamento em que além dos nós aprendem igualmente a desapertar os colchetes dos soutiens. É que é outra coisa para a qual nenhum homem parece ter jeitinho nenhum.domingo, 18 de julho de 2010
Conversa com o pai #3425: o casamento
Eu: Oh pai, que disparate, isso é mesmo conversa de quem já se divorciou duas vezes...
Pai: A sério, 3 ou 4 anos e estava feito. Era tudo muito bonito e depois ia cada um para seu lado, as pessoas não se prendiam, não havia tanta confusão.
Eu: Então mas para isso tem-se uma relação normal e logo se vê, não é preciso casar, é só deixar andar.
Pai: Não. Eu acho que isto devia ser uma coisa oficial.
Eu: E se depois quiséssemos ficar mais tempo com a mesma pessoa?
Pai: Pagava-se uma multa. Então a lei é para cumprir!
quinta-feira, 15 de julho de 2010
O que é preciso é incentivo ao trabalho (ou melhor, uns bons abdominais para me animarem)
terça-feira, 13 de julho de 2010
Putos
Vocês são o máximo
Esta semana começámos de novo. Com força, com entusiasmo, dispostos a pegar nos projectos e a levar as coisas para a frente. Mas a semana passada foi complicada. E vocês foram o máximo. Obrigado pelas palavras de força, pela sugestão de músicas, pelas palavras do Espaço Sudoeste que eu nem sabia continuar ainda aí desse lado, pela história do Stressado a pedir um Gin Tónico na mais pura das inocências (lindo, lindo!), pelos vídeos (embora, Capitão Microondas, me tenha sentido muito mais sentimental, e Fada, tenha ficado sem palavras! lol) e pelas manifestações daqueles que nunca se tinham pronunciado por aqui e dos habitués que já fazem parte da minha vida. Fizeram-me lembrar por que razão tenho este blog. É que não é só um espaço meu. É nosso. E isso faz-me sentir bem. We're back!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Conversa com o pai #6534
Ser pai deve ser uma preocupação constante. :D
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Os raciocínios de que eles se lembram...
"Então mas vejam lá uma coisa, nós quando somos pequenos saltamos e corremos, andamos de bicicleta, de skate, trepamos árvores, somos extremamente activos, não paramos! É de esperar que não tenhamos tanta tendência para engordar. Vocês brincam sentadinhas com as bonecas! Quer dizer, vendo bem, se calhar é por isso que depois em adultos as mulheres nos ultrapassam em tudo. É que nós crescemos cansados da infância que tivemos."
terça-feira, 29 de junho de 2010
Linguagem de bola
Portugal está em posição de desvantagem.
Os jogadores não têm a aquela frescura para um pressing tão intenso.
Agora sim, é despejada a bola.
Resumindo e concluindo, lixámo-nos. Adeus Mundial. Ou melhor, "entrámos em posição de desvantagem irreversível". M*****.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
As mulheres e a idade (deles)
domingo, 27 de junho de 2010
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Portugal vs. Brasil
Senhora de Matosinhos: Espero que os vamos comer. E de cebolada!
Gosto da eloquência. Sempre está melhor do que os que dizem que vamos empatar ou que ganhe o melhor. Não. Não ganha o melhor, o que jogar com mais fair play ou os que por outra razão qualquer mais o mereçam. Ganhamos nós e pronto. Mas isto é muito complicado?
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
O que vale é que nestas coisas eu até tenho experiência...
E não é que abri mesmo? Estou seriamente a considerar mudar de profissão. Assaltar casas deve dar menos trabalho e render muito mais. E é coisinha para a qual até parece que tenho jeito.



