Agora em versão um homem e duas mulheres (vá, um bebé) cá em casa. Vence a maioria.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Vou só ali engatar 3 gajos e já volto
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
E lá vai mais uma noiva!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Manual para esquecer alguém
Para começar acho que não se deve esquecer alguém. Quando as pessoas são importantes para nós, continuarão sempre a sê-lo. O truque é saber ultrapassar a fase dolorosa para chegarmos àquela em que olhamos para trás e não vemos a pessoa que nos magoou mas antes as coisas boas que tínhamos com ela. E, por experiência própria, posso seguramente afirmar que a sensação a seguir de termos conhecido alguém especial e que nos marcou é algo que compensa o purgatório que a antecedeu. Até aí, a única coisa que se pode fazer é respirar fundo e olhar as coisas de frente. Dói, pois dói. Mas vai passando. Não passa de um dia para o outro e tudo o que nos podem dizer parece não fazer sentido. Não interessa que nos assegurem que toda a gente passa pelo mesmo. O nosso caso é sempre pior. Os outros é que não percebem! Por isso, Cat, afasta-te das coisas que te magoam. Deixa de parte aquela atracção mórbida que temos de perguntar aos amigos como é que ele está ou de ir espreitar o facebook. Tudo isso só serve para nos magoarmos mais. E tu, melhor que ninguém, saberás o que te distrai. Vê filmes, sempre são logo menos duas horas que passas a pensar nele. Faz desporto, arranja um hobby, sai com os amigos. Qualquer coisa que te ocupe o tempo. Mas não penses que te estás a esforçar para o esquecer, estás apenas a esforçar-te para que o tempo passe rápido e se encarregue das coisas. É que o truque é precisamente esse. Deixar o tempo passar, e conseguirmos lidar com a coisa mais difícil de todas que é a nossa impotência perante a situação.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Manual para engatar na praia
Diz o texto em questão que a praia é o melhor sítio para conhecer mulheres e que nós estamos lá precisamente para isso. Conhecer homens. Que usamos bikinis pequeninos para nos mostrarmos e que só estamos à espera da abordagem certa. Por isso, depois de escolherem a roupa adequada para levarem para a praia (que aparentemente passa por mini calções e tangas que aparecem nos homens da Playboy HAHAHA) estes são os 9 truques que devem seguir:
1 – Arca frigorífica. É muito importante levar uma arca com gelo e bebidas para oferecer às mulheres quando elas passam.
Parece-me uma boa ideia. O que nós queremos mais é um maluquinho que nos vê a passar e vem atrás de nós com uma arca cheia de álcool. Eu pensaria que era um vendedor qualquer e perguntaria o preço ou se havia bolas de berlim... de certezinha!
2 – Manta. Não esquecer de levar uma manta suficientemente grande para que caibam os dois, e que esteja limpa e cheire bem.
Ok, isto é engate de final de tarde senão levava-se uma toalha de praia. Mas um gajo que vá para a praia com uma manta gigante, está-se mesmo a ver que procura desesperadamente companhia e que tem tudo programado. Blagh, soa a desespero.
3 – Acessórios de desporto. Bolas, frisbees, raquetes. Coisas que permitam chegar a uma rapariga e perguntar-lhe se ela quer jogar.
Bem, nada contra isto. Se bem que acho que ficam mais bem vistos se estiverem a jogar com alguém em vez de parecerem o desesperado sem amigos que vai para a praia sozinho mas leva jogos para várias pessoas. Levem um cão! Atirem paus para o cão ir buscar. Nós gostamos de cães. Isso é que e uma abordagem fácil! Basta atirar o pau para perto de nós assim como quem não quer a coisa e depois ir lá ralhar com o cão! Tão simples!
4 – Rádio. O que se deve fazer é chegar perto de um grupo de mulheres, deitar-se ao lado delas, ligar o rádio e perguntar o que elas querem ouvir. Serve como desbloqueador de conversa e é óptimo para conhecer a outra pessoa e passar à fase seguinte.
Claro! Experimentem interromper uma conversa de gajas, para se apropriarem do espaço delas e agirem como um louco a perguntar o que querem ouvir. É bom que sejam giros. Mesmo, mesmo, muito giros. É que eu estou a ver isto a acabar como aquela história do “lembram-se daquele gajo com o rádio na praia?” que nós havemos de estar a contar ainda aos 60 anos.
5 – Prancha de bodyboard. São baratas e qualquer rapariga consegue divertir-se com uma. À falta de melhor, mais vale comprar duas, nem que seja no Toys R’ Us.
E lá voltamos nós à ida à praia sozinho mas com coisas a mais. Apostem na prancha da Toys R Us. Gosto dessa ideia. Escolham uma com um pokemon ou algo assim. Isso sim, será sucesso garantido! (mas liguem-me antes para eu ir para a praia assistir a este tipo de engate que estou a precisar de rir!)
6 – Prancha de Surf. Quem sabe surfar já está em vantagem. As mulheres sentem-se atraídas por surfistas. Basta abordá-las com um convite para aprenderem. Quem não sabe pode fingir. De certeza que será bastante divertido para os dois.
Então não será? Vê-lo a cair e a beber água! Muito divertido! Para gozar com ele. De todo minimamente atraente! Limitem-se àquilo que sabem fazer. Nós não somos parvas e conseguimos ver a diferença. Gostamos de coisas genuínas. Ou então sejam mesmo giros e admitam que não sabem o que estão a fazer. Mas têm que ser giros que é para nós estarmos distraídas com outra coisa :)
7 – Óleo bronzeador. Basta chegar perto de uma mulher e pedir “importas-te de me esfregar o óleo nas costas?”. Dificilmente ela dirá que não.
Olha! É a abordagem à Zezé Camarinha! “You are very white! Want me to put some cream on?” Só que ao contrário. É a versão “correr o risco de ela dizer ‘yuk que nojo não te quero tocar’“. Também tem o seu interesse.
8 – Responder de volta. Se for a mulher a iniciar a abordagem, responder de volta e convidá-la para fazer algo.
Depende da razão por que fomos falar convosco. Mas se estivermos interessadas, não há nada como conseguirem dar-nos conversa. Infelizmente as coisas às vezes chegam a um ponto em que nós já ficamos contentes quando vocês não gaguejam à nossa frente. Sejam seguros e naturais. É a única coisa que procuramos.
9 – Quando ela está deitada com olhos fechados: aproximar e dizer-lhe ao ouvido “Não eras tu na última capa da FHM?”
“Era. E o meu namorado que tem duas vezes o teu tamanho também ficou orgulhoso!” Nabos!
E o pior é que isto foi escrito pelo suposto “America’s #1 Singles Expert”! Meninos, é muito simples, na praia, geralmente sentimo-nos inseguras, por isso não fiquem especados a olhar para o nosso corpo. Ofereçam-nos a vossa toalha ou uma camisola se estamos a ficar com frio. Convidem-nos para um sumo no bar da praia. Falem de forma descontraída. Sejam vocês mesmos. Mas é que é mesmo assim tão complicado?
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A Belota está de volta (que até fica giro porque rima e tal)
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Homens e Mulheres vs. Computadores
(Este post foi escrito pelo meu melhor amigo. Está genial! Vá lá, um homem que está a aprender qualquer coisinha!)
terça-feira, 15 de setembro de 2009
As mulheres sentem-se atraídas por surfistas?
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Surf para meninas
Este fim-de-semana tive a minha primeira aula de surf. Veio com mais de 10 anos de atraso, que antes os meus pais não deixavam (há sempre um filho de alguém que se magoa a fazer as coisas que nós queremos experimentar) mas como agora mando eu, decidi que estava muito a tempo. Aprendemos questões de segurança, noções de postura e equilíbrio, como virar a prancha rapidamente para apanhar uma onda, etc. e tal. O suficiente para hoje sentir que tenho o corpinho todo partido. Mas isso aconteceu logo quando o professor nos mandou correr até ao fim da praia para aquecer. Correr? Aí está uma coisa para a qual eu não fui feita. Ninguém conseguiu meter-se de pé em cima da prancha na primeira aula mas alguns de nós conseguiram meter-se de joelhos. Eu consegui rir que nem uma perdida, que é o costume, o que acaba por me impossibilitar de fazer o que quer que seja. Começou logo bem quando o professor nos mandou pegar nas pranchas (longboards) e ir para a praia, e de repente vejo todos os rapazes da turma a caminho com as pranchas debaixo do braço e nós ali sem saber como pegar naquilo, que os nossos braços são mais pequenos e as pranchas não cabiam. Lá chegámos à conclusão que o melhor era equilibrar a coisa em cima da cabeça. Quando cheguei à areia já mal me conseguia mexer! Em casa resolvi fazer uma pesquisa no youtube e entre várias lições online, descobri um conjunto de lições específicas para raparigas. E achei piada que nos comentários poucas miúdas se referiam ao que estava a ser ensinado na aula online, mas dedicavam-se antes a perguntas do género “qual é a marca dos óculos de sol da professora?” e “onde é que posso arranjar um bikini igual ao da professora?”, tudo muito relevante para quem quer surfar. Resumindo e concluindo, girls will be girls. E eu na próxima aula lá estarei na praia pronta a tentar mais uma vez. E só saio de lá quando conseguir meter-me em pé. :)domingo, 13 de setembro de 2009
Grande verdade
"Uma mulher tem sempre a última palavra em qualquer discussão.
Qualquer coisa que um homem diga depois disso, é o começo de uma nova discussão."
Ora nem mais!
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Onde estavam no 11 de Setembro de 2001?
- O que é que se passa aqui? As pessoas estão um bocado estranhas...
e eu respondo, com grande descontracção:
- Não sei... Mas sei que o meu francês deve estar mesmo péssimo, é que eu ia jurar que tinha ouvido que o Pentágono estava arder!
E depois desatámos os dois a rir do meu disparate.
Mas afinal estava mesmo.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
O que querem as mulheres?
"k tal fazer um post sobre, o k as mulheres kerem realmente, é k eu n consigo perceber... ja k este blog é um guia das mulheres para totos, gostava de saber komo se fosse muito toto... xD"
Já foi feito. Tem cerca de 1 anito e nessa altura escrevi assim:
Tantas voltas deram o Freud e o Mel Gibson à volta desta questão, quando a resposta é tão simples:
As mulheres querem:
- sexo sem preocupações
- um homem que as faça sentir seguras
- ter sempre razão
- sentir que controlam o mundo
- ser magra e gira
e sapatos, botas, sandálias, relógios, anéis, colares, pulseiras, óculos escuros, bikinis, trikinis, vestidos, saias, mini-saias, calções, corsários, calças, tops, t-shirts, camisolas, casacos curtos, casacos compridos, carteiras, sacos de praia, etc. e tal… não é complicado, pois não?
Ora um ano depois, não me parece que as coisas tenham mudado muito. Queremos essencialmente algo que nos faça sentir bem. Seja um abraço amigo, um beijo apaixonado, ou um vestido que nos fica a matar. Queremos sentir que controlamos tudo. Não façam caso, no entanto, quando estamos a barafustar e vocês dizem em desespero "mas afinal o que é que tu queres?!". Não sabemos. Sabemos que está a faltar qualquer coisa que nos faça sentir bem, mas não sabemos o quê. E vamos continuar a refilar convosco. É que esperamos que sejam vocês a descobrir essa coisa misteriosa que nos está a fazer falta. Ou então deixem-nos refilar e dêem-nos tempo. Eventualmente passa. ;)
Não se esqueceram da petição, não?
Como é? Vamos continuar contra a senhora vestida de vermelho que diz "Olá, eu sou a tua menstruação"?Post original aqui. ;)
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Até onde é que vão por amor?
Ter a televisão ligada a esta hora é assustador!
Nota: Ah, tinha-me esquecido de explicar que, o senhor, tem um pêndulo, passa esse pêndulo sobre o mapa do país ou da cidade, e só afixa os cartazes onde o pêndulo dá indicação... Foge Inês, a sério!
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Regras masculinas
Ontem estava a ver um documentário sobre uma tribo africana em que os homens se divertiam com um jogo que se regia pelas seguintes regras de apostas:Quem perdia uma vez tinha que dar uma vaca.
Quem perdia pela segunda vez tinha que dar outro animal qualquer que eu não me lembro.
Quem perdia pela terceira vez dava as roupas da mulher.
Quem perdia pela quarta dava a mulher e os camelos.
A questão aqui, para mim, nem é o facto de os camelos virem em último lugar e serem mais importantes que as mulheres. O que eu não percebo mesmo, é que homem acreditava ter ainda a mulher em casa (na cabana, vá) depois de dar as roupas dela??
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Ups, ainda bem que não fui parada numa operação-stop!
domingo, 6 de setembro de 2009
Não me convidem mais para ir ver o último filme do Tarantino sff!
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Petição publicidade Evax
To: Arbora & Ausonia
Petição para a alteração da publicidade Evax
(também conhecida como “petição do vamos acabar com a senhora de vermelho que diz ‘olá, eu sou o teu período’”)
Começa esta petição por destacar o devido valor ao facto de que a Arbora & Ausonia, com a marca Evax, deixou o seu cunho no mundo publicitário ao ser a primeira a mostrar pensos higiénicos nos seus anúncios. Foi muito inovador. Embora não se saiba muito bem até que ponto terá sido exactamente produtivo. Mas foi, com efeito, inovador.
Prossegue-se com as mensagens das campanhas propriamente ditas. Entende-se que as ideias dos anúncios recaem em conceitos como o ser-se diferente, optimista, activo, criativo, original, jovem e divertido, mas não se percebe como é que céus azuis, nuvens, flores, cores tão garridas que cegam uma pessoa, mulheres a fazerem figuras parvas com jogos e danças que não cabem na cabeça de ninguém, e tartarugas com mensagens na carapaça a dizer “estoy perdida”, poderão alguma vez transmitir tais conceitos.
Às imagens berrantes juntam-se ainda as palavras, escolhidas à medida, e que resultam em campanhas como:
- “um mundo onde não odor à música te acompanha, com não odor à inocência, não odor à neve”
( isto faz sentido para alguém?)
- “a que cheiram os sonhos, a que cheira o riso, a música, ou uma nuvem”
(já todos percebemos que a questão se prende muito com os odores, e se há coisa interessante para divulgar ao público, é que as mulheres precisam de algo que “neutralize os odores” mais íntimos. Bonito. Muito agradável)
- “Se tu quiseres, Hoje pode ser mais divertido do que Hoje.”
(ah, agora é que ficámos mesmo esclarecidos!)
- "Para o slogan da Evax tivemos de chamar as irmãs 'muito'" – campanha Evax&Go
(pois, e se chamassem antes as irmãs “Muito” e “Parvas”? É que a ideia é que a manas se dirijam à sede central do slogan da Evax, que consiste numa ilha cheia de mulheres e extra-terrestres estranhos a abaná-las com folhas de palmeiras. Tudo perfeitamente lógico, portanto)
Estes são alguns exemplos, mas existem muitos mais. Mulheres vestidas de encarnado sobre pensos gigantes dispostos na relva, elefantes cor-de-rosa, ou mergulhos em montes feitos de embalagens de pensos, são apenas outros.
E depois há a grande pérola da publicidade, que é a senhora vestida de encarnado que atira confettis em jeito de celebração e que diz à menina na escola “Olá, eu sou a tua menstruação”. Coisa para traumatizar qualquer jovem adolescente, como é óbvio.
No site da Arbora & Ausonia, somos de imediato recebidos com a frase: “Nuvens que são casas, borbulhas que roubam odores, música, arcos-íris e a menstruação ataviada num fato saia-casaco vermelho. Este é o mundo mágico e livre da Evax.”. Não. Este é o mundo de alguém numa trip de uma droga qualquer.
Esta petição é uma ideia de http://guiadasmulheresparatotos.blogspot.com, e não é para acabar com os anúncios da Evax. É uma chamada de atenção para o facto de serem ridículos e como é aborrecido uma pessoa cruzar-se com aquilo sem querer. É uma petição para algo mais criativo e racional. A campanha com a modelo Nuria de la Fuente a fazer o pino com umas cuecas e um pensinho tanga, não estava nada mal. O target feminino não anda por aí a fazer o pino, mas percebeu a ideia. O masculino, que nem target é, aproveitou aqueles segundos para ver o rabinho perfeito dela. Todos nos lembramos, foi uma boa ideia. Mas também foi a única. Por isso fica a petição. Não para os anúncios terminarem, mas para não continuarmos a ser bombardeados com disparates. Conseguem fazer melhor, não conseguem?
Sincerely,
The Undersigned
Agora é só ir até aqui, assinar e divulgar!
Então obrigadinho e até já :)
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Cada vez tenho mais problemas com estes publicitários da Evax
“Hoje sinto-me Bollywood,
Hoje sinto-me disco,
Evax Adapt, o protege slip que se adapta a como te sentes hoje.”
É bom que tenham um para os dias em que nos fazem sentir parvas. É que é precisamente isso que eu sinto sempre que vejo este anúncio.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Frente-a-frente Sócrates/Portas
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Sexo - As 23 perguntas da Sábado (parte 2 de 2)
12 – É possível uma mulher ter um orgasmo mesmo sem ser tocada?
Resposta curta Sábado: há quem diga que é raríssimo e quem diga que é normal enquanto se dorme.
Estão confusos também. Eu não vejo grande confusão. Se um homem consegue ejacular a dormir, porque é que nós também não haveremos de conseguir chegar lá? Ainda por cima temos uma imaginação e um poder de sugestão tão bons...
13 – O que é que se pode fazer para ter mais sonhos eróticos?
Resposta curta Sábado: pensar em algo sexy, ver um filme picante, ter pensamentos eróticos com alguém especial, masturbar-se antes de adormecer.
Não. Desculpem lá senhores da Sábado, mas não. Esta para mim é que era a grande pergunta! Sobretudo no seguimento da anterior. E não me venham cá com coisas porque ou eu sou estranha, ou isso de ter pensamentos picantes antes de adormecer não serve de nada. Sinceramente. Mas se alguém tiver uma sugestão de jeito, aceita-se!
14 – As mulheres que costumam gritar durante um orgasmo não conseguem evitá-lo?
Resposta curta Sábado: é uma estratégia inata para entusiasmar o parceiro. Se o conseguem evitar ou não, a Sábado não responde.
Se estamos caladas é porque estamos caladas. Se gritamos é porque gritamos. E a Sábado que continua com perguntas às quais não dá resposta! Fazemo-lo para entusiasmar a pessoa que está connosco? Também. Fazemo-lo porque sim, sem pensar, porque sai? Também. Se podemos reprimir? Bem, tenho a certeza que se for mesmo, mesmo necessário, havemos de consegui-lo. É só um esforçozinho.
15 – Quais as fantasias sexuais mais comuns dos homens e das mulheres?
Resposta curta Sábado: mais frequente para ambos os sexos: estar com uma terceira pessoa; para as mulheres: pensar em práticas sexuais que nunca teriam na vida real, sexo com um estranho, sexo por obrigação; para os homens: ménage à trois, sexo no trabalho, sexo com uma mulher mascarada, sexo com alguém proibido, ver a parceira com outro homem e participar numa orgia.
Bem, cá para mim esta já é muito subjectiva. Cada um entusiasma-se com as suas coisas, mas acredito que existam por aí muitos malucos, ou melhor, muitos pensamentos estranhos, que ninguém partilha nestes estudos. Mas acho piada aos homens que imaginam a mulher com outro homem. Havia de ser connosco! Nós a imaginarmos o nosso homem com outra mulher?! Só se ela fosse gorda, estúpida e cheia de celulite. E mesmo assim não sei...
16 – É verdade que os homens se masturbam mais do que as mulheres?
Resposta curta Sábado: é verdade, sim senhor.
A sério? Têm a certeza? Olhem que eu cada vez acho mais que não. É tão mas fácil e prático para nós... Têm meeesmo a certeza? É que nós é só chegarmos ali, ai e não sei quê, e já está! Sem grande alarido nem sujidade!
17 – Em que locais públicos e não muito perigosos se pode realizar uma fantasia sexual?
Resposta curta Sábado: o limite é a imaginação.
Vá lá, já estava a ver que esta ia ser mais uma idêntica à pergunta sobre fazer sexo na praia ou na piscina. Podia ser que houvesse algum lugar que matasse mas que nós ainda não sabíamos. (agora nada de irem para aí para cima das linhas do combóio, está bem seus malucos?)
18 – Quais as palavras excitantes e as proibidas durante a relação sexual?
Resposta curta Sábado: “a palavra mágica para uns pode ser o fim para outros”.
Estas perguntas vão de mal a pior. Palavras excitantes podem ser quaisquer umas. Cada um com a sua paranóia. Proibidas já me parece mais fácil. Qualquer coisa que envolva as palavras “rabo” e “gordo” na mesma frase, está condenada. Se me chamassem “princesinha” ou algo parecido, tenho a certeza que a coisa também não acabava bem, mas por outro lado acredito que exista quem goste. Depende de cada um. Segundo a Sábado ainda, que foi buscar como fonte o site Terra Brasil, as mulheres preferem ouvir palavras picantes, palavrões, elogios, ou serem tratadas com algum desdém (algum). Os homens não resistem a elogios à sua masculinidade (wow, a sério?), a ordens, a sentir que estão a dominar, e a uma combinação entre verbo + parte do corpo + um adjectivo (sim, até porque na cama é a melhor altura para estarmos a pensar em semântica e como montar frases). O maior afrodisíaco parece que é o sermos explícitas. Dizermos o que queremos ou o que vamos fazer com eles de forma crua e sem rodeios. Mas apenas antes da coisa propriamente dita, durante já não, senão “perdem o rumo”. É tão giro! São mesmo homens! Têm o sangue todo noutro sítio e já não conseguem raciocinar. Temos que falar antes, durante eles perdem-se e não assimilam a informação. Hahahaha
19 – Quando é que se pode revelar as fantasias ao outro?
Resposta curta Sábado: não sabem.
Grande resposta. A pergunta também não fazia muito sentido, por isso a resposta não podia ser melhor. A questão não é o teor da fantasia mas antes o momento em que é revelada? É que se alguém um dia me vier dizer que quer ter sexo com dois anões pernetas e de pala no olho no topo de um prédio na esquina mais movimentada, eu acho que a altura em que isto me for dito não atenuará a coisa...
20 – Os homens também conseguem ter orgasmos múltiplos?
Resposta curta Sábado: não.
Toma, toma! Pensavam que nós é que tínhamos que aguentar o período, as hormonas, o parto, e não ganhávamos nada em troca? Nós temos um órgão cuja função exclusiva é dar-nos prazer. Eles não! Toma! (se bem que não entendo porque é que a parte exterior do clítoris está situada onde está e não lá dentro onde dava mais jeito, mas isso já é outra questão, daquelas pertinentes que a Sábado não se lembrou).
21 – Há alguma forma de os homens terem uma boa performance depois de uma noite de copos?
Resposta curta Sábado: não.
Isto é uma chatice. Se eles precisam da ajuda do álcool muitas vezes para se chegarem à frente e depois não conseguem fazer nada, a coisa complica-se. Venham sóbrios e seguros. Um copo para desinibir pode ser. Mais que isso não. Queremos que saibam o que estão a fazer e que se lembrem no dia seguinte. Ou então venham bêbedos e no dia seguinte acordem convencidos que nós fomos a melhor mulher com quem alguma vez estiveram. Assim também serve.
22 – Qual é a melhor posição para a mulher ter prazer?
Resposta curta Sábado: missionário.
Esta também já sabia. Por motivos anatómicos faz perfeito sentido. Mas se souberem o que estão a fazer, qualquer coisa serve. Nem que seja preciso fazer o pino. (tenho a certeza que o YouPorn deve estar cheio de gente a fazer o pino, mas isso já é outro campeonato)
23 – É verdade que todas as mulheres gostariam de ter uma experiência com um homem negro?
Resposta curta Sábado: ora como só perguntaram a uma sexóloga e ela não tinha estudado este caso, não soube responder. E eles também não perguntaram a mais ninguém, claro.
Pergunta mal feita. Ao ler a resposta percebe-se que aquilo que se referem é ao suposto tamanho do pénis, maior nos homens de raça negra (que aparentemente não é um mito mas uma verdade). Mas para isso porque é que não perguntaram logo se as mulheres gostariam de ter uma experiência com um homem grande? Se era aí que queriam chegar... Em relação ao negro deve ser como tudo. Se é diferente é capaz de ter a sua piada. Ou não. Mas isso também funciona com um russo, um albino, um chinês, um mexicano, ou um boneco. É tudo uma questão de se ter ideias!
E nós? Conseguimos arranjar perguntas mais interessantes que isto? É que eu trabalho perto de um gabinete de sexologia, e prometo que lá levarei as vossas questões. Toca a aproveitar!
A Belota está triste
(Vou passar a sair à rua sem roupa. Evito estes acidentes e de certeza que ainda arranjo umas histórias giras para contar...)
Parabéns para nós!
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Os homens são uma espécie que merece mesmo ser estudada... (chanfrados, é isso)
sábado, 29 de agosto de 2009
Sexo - As 23 perguntas da Sábado (parte 1 de 2)
Resposta curta Sábado: não sabem.
Começa bem. A primeira frase de estreia desta reportagem é “Aqui está uma pergunta complicada”. Tão complicada que o resto do texto não fornece sequer uma resposta concreta. Ficámos na mesma. Bem, experimentem e depois escrevam à Sábado. Só para motivos de pesquisa, claro!
2 – Afinal o que é mais importante para as mulheres: o tamanho ou a largura?
Resposta curta Sábado: o diâmetro. Em relação ao comprimento: micropénis – 10,9 cm; pequeno – 12 cm ; “normal” – entre os 13 e os 17 cm; grande - 18 cm; megapénis (atenção ao termo que eu acho genial) - mais de 19,4 cm.
Já tínhamos falado disso aqui...
3 – Qual a duração normal de uma relação sexual?
Resposta curta Sábado: ejaculação precoce: menos de 1 minuto; média masculina: 3 minutos; adequado: 3 a 7 minutos; desejável: 7 a 13 minutos; ejaculação tardia: mais de 30 a 45 minutos. Acrescenta ainda que uma mulher leva cerca de 8 minutos até atingir o orgasmo.
Agora pergunto eu: porque é que a duração de uma relação sexual se mede essencialmente pelo tempo que o homem aguenta? Isto não se faz a dois? A coisa não pode continuar depois?! Acho especialmente piada tendo em conta que eles afirmam que a mulher precisa de 8 minutos para atingir o orgasmo mas que a relação adequada demora entre 3 a 7 minutos. Ora isso é menos do que o tempo que precisamos, ou eu é que estou a fazer mal as contas?
4 – É verdade que as mulheres gostam menos do que os homens de sexo oral?
Resposta curta Sábado: não. As mulheres gostam tanto quanto os homens.
É verdade. Mas também gostamos que o saibam fazer, e por vezes despachamos o assunto com um “não, deixa estar” só mesmo para não nos chatearmos. Quanto mais eles se esforçam pior é. Deixem a coisa correr naturalmente. Sem stresses.
5 – Os homens podem fingir um orgasmo?
Resposta curta Sábado: claro.
E o melhor é que o fazem pelas mesmas razões que nós: stress, cansaço, falta de vontade, ou para despacharem a coisa. Por isso nada de refilarem mais connosco, ok?
6 – Os preservativos podem melhorar a relação sexual?
Resposta curta Sábado: não é por aí.
É claro que não é por aí! Mas que raio de questão é esta? Acho que a Sábado anda a ver as coisas ao contrário. Um casal que não use preservativo e que esteja tão desesperado que chegue à conclusão que se usar é que as coisas vão aquecer, se calhar deveria começar a pensar que algo ali está mal...
7 – É verdade que só os homens é que gostam de sexo anal?
Resposta curta Sábado: não. As mulheres é que têm vergonha de o confessar.
Pois, não sei. Vou ter que fazer um inquérito por aí! Mas vistas as coisas de outra perspectiva, diz ainda a Sábado que a melhor prevenção contra o cancro da próstata é o estímulo da mesma. Ouviram meninos? Estão tramados. :)
8 – É verdade que só os homens usam pornografia para se excitar?
Resposta curta: não.
Claro que não. Acontece é que nós somos criativas e conseguimos ficar excitadas apenas connosco mesmas. Sem necessidade de ligar o computador ou a televisão. Somos tão mais práticas!
9 – Há algum problema em fazer sexo na praia ou na piscina?
Resposta curta: não.
Há. Tudo o que seja fora da cama, do quarto, e antes do casamento, faz crescer pelos nas palmas das mãos e pode cegar, e quem sabe até matar! Come on...
10 – Pode uma mulher que não consegue atingir o orgasmo ter prazer no sexo?
Resposta curta Sábado: pode e tem muito prazer.
Tenho a certeza que já falei nisto num post qualquer. Sim, podemos. Sim, temos. Mas isso não quer dizer que já não precisam de se esforçar para chegarmos lá, ok?
11 – É verdade que a maioria das mulheres não têm orgasmos com a penetração?
Resposta curta Sábado: verdade. 73% das mulheres tem orgasmos essencialmente através da estimulação clitoriana.
Esta é que já é uma grande questão. É bom que todos os homens leiam isto. Especialmente aqueles que ficam incomodados quando nos tocamos durante a relação, porque sentem que se temos necessidade de o fazer é porque eles não são suficientemente bons. Cresçam. Aprendam. Leiam livros de anatomia. Leiam a Sábado. Leiam aqui o blog. Não tem a ver convosco. É assim que a coisa funciona. Só isso!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Ponto G

Vamos lá outra vez!
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Sexo - as 23 perguntas que nunca teve coragem de fazer
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Vai um favorzinho?
Muito me diverti eu a a ver esta miúda crescer. (agora vêm os relatos nostálgicos para a envergonhar) Quando ela tinha 3 anos não sabia dizer “sabonete” e então tínhamos a mesma conversa todos os dias:
Ela: Quando eu era pequenina...
Eu: Quando? Ontem?
Ela (já toda confusa): Sabes como é que eu dizia “pastonete”?
Eu: Não. O que é um “pastonete”?
Ela: Opahhhhhh (e depois fazia um beicinho todo amoroso)
Um ano depois a criatividade tinha evoluído e qual era o passatempo preferido dela, então com 4 anos, para divertir as pessoas? Virava copos de água, metia os braços no ar e saltava e agitava-se toda enquanto se ouvia a água a chocalhar dentro do estômago. E depois ria que nem uma perdida. Já não batia muito bem nesta altura, está visto.
Hoje cresceu. E para trás ficaram as inúmeras vezes em que lhe peguei ao colo, lhe li histórias para ela adormecer ou a meti a fazer a chichi (e depois fugia, que os putos têm uma coisa muito esperta que é “ah eu já sei fazer chichi sozinho, depois quando acabar chamo-te para limpares” está bem, está...). Hoje está crescidita, mas nem por isso me divirto menos com ela. Quando fica em terra no aeroporto porque foi para a viagem de finalistas do liceu e deixou o BI em casa (depois de eu lhe ter perguntado 20 vezes se ela levava identificação), quando não faz o exame de código porque, mais uma vez, se tinha esquecido do BI, quando se tranca fora de casa vezes e vezes sem conta. (não sei se estão já a perceber aqui que temos os mesmos genes).
Eu adoro esta miúda. E se ser a nova cara do Rock in Rio é algo que a faria feliz, então eu farei tudo para a ajudar. É por isso que vos peço para irem até www.rockinrio-lisboa.sapo.pt e votarem na BÁRBARA MENDONÇA. Pode ser? Pode? Então um grande obrigadinho a todos.
Ah, e podem ganhar bilhetes duplos para o RiR de cada vez que votam. Que isto de sermos uns para os outros é muito bonito, mas é muito melhor se também ganharmos algo com isso. ;)
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O "projecto"...
Nós não queremos um boneco. Não queremos que façam aquilo que mandamos, que não tenham opinião nem gostos próprios. Se há coisa que gostamos é de um homem com personalidade. E se estamos com um, é porque ele tem algo que nos faz feliz. Nesse preciso momento. No entanto não é isso que nos faz ficar por aí e que nos impede de pensar como ele será de futuro se chegar a ser nosso marido, pai dos nossos filhos, ou como tomará conta da família que nos ajudará a formar. A Eu Mesma! referiu num comentário e muito bem, que quando a relação acaba nós choramos “pelo que eles representam no nosso imaginário”. E é exactamente isso. Nenhuma mulher consegue iniciar uma relação séria com um homem sem lhe passar pela cabeça se ele tem potencial de futuro. E se há pequenas coisas que não nos parecem cem por cento capazes, então faremos o esforço para as polir. É a essa ideia que nos agarramos e que nos faz esforçar pela relação e darmos tudo o que conseguirmos. Estamos a trabalhar para um futuro. A ideia de nos termos esforçado e de não termos chegado a bom fim resulta na frustração enorme que sentimos quando a relação acaba. É por isso que refilamos e gritamos e os insultamos. Porque nos sentimos frustradas. O Wolve tinha razão quando disse que o post anterior o entristecia. Talvez por ter o peso que tem, eu escrevi um texto sério e sem humor. Mas posso garantir aqui que não é pela miragem que nos apaixonamos. É por tudo. E quanto a conseguimos idealizar coisas que ainda não são num homem, e criar projectos de relação ou até mesmo de pequenas alterações nele mesmo, não vejo gravidade nenhuma. É porque ele já é suficientemente especial.
Final de relações
Diz esta música dos James e muito bem, “ you dont know what you’ve got until you’ve lost it all”, que para mim é aquilo que mais caracteriza um homem no final de uma relação. É preciso discutirmos, refilarmos, e acabarmos, para depois de duas semanitas sozinhos perceberem o valor que afinal nós até tínhamos. Aqui, e mais uma vez, acho que somos completamente distintos. Um homem só se apercebe do valor da mulher que tinha depois de a perder. As mulheres quando os perdem choram não o homem em si, mas o projecto daquilo que ele podia ter sido. Não nos custa tanto perdê-los quanto nos custa abandonar a ideia daquilo que achávamos que ele viria a ser. Hum, não é bem a mesma coisa...
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ora vamos lá pensar todos juntos
sábado, 22 de agosto de 2009
Eu escrevia mas...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
É por isto que depois os meninos crescem e ficam totós (ou traumatizados)
Já repararam no anúncio em que o miúdo diz “Mamã, quero fazer cocó. Quero fazer cocó na casa-de-banho do Chico”? Ou aqui, na sua versão francesa, “Caca chez Paul”, que também é muito bom. Tenho cá para mim que os pais deste miúdo não devem gostar muito dele. Eu já estou a ver o puto um dia na faculdade e as meninas todas a chamarem-lhe o gajo do “cocó em casa do Chico”. Não está certo. Não está certo e é suficiente para traumatizar para a vida. Eu faço já aqui a minha parte e sugiro chamar-lhe outra coisa qualquer. Pode ser o puto do “cocó em casa do André”. ;)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Voluntariado
Esta reportagem foi feita por dois colegas meus de apenas 19 anos. Está absolutamente genial. Claro que os meninos estão tramados comigo agora no trabalho, que vou passar a exigir muito mais deles. Recomendo a todos que vejam com atenção. Não só pelo trabalho em si, mas pelo voluntariado, que é um tema que me toca bastante. Já aqui mencionei várias vezes que não custa nada ajudar, e que o retorno é enorme. Claro que na minha vida (que às vezes penso que existe num universo paralelo, só pode) até o acto de ajudar tem as suas variantes mais cómicas e estranhas. Prova disso é o sem-abrigo que vive na rua perto da minha casa. Todos os Natais costumo ir lá levar-lhe um pouco da refeição da minha consoada e fico contente por perceber que não sou a única a fazê-lo. O Natal passado não foi a ocasião mais festiva de sempre, mas não me esqueci dele, e comprei um frango assado quentinho para lhe ir lá deixar. Chego lá, ofereço-lhe o frango, desejo-lhe um feliz Natal, e o homem olha para o saco com o ar mais entediado do mundo e diz-me todo chateado:
“Mas quanto frango é que vocês acham que eu consigo comer?!”
Pronto. Este ano a ver se me lembro de lhe levar antes lagosta...
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
What??
Eu aqui no meu canto começo a ficar com medo dos homens. A sério. Começo mesmo.
domingo, 16 de agosto de 2009
Vergonha na cara, Belota (isso ou um gps novo)
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Porque haveríamos de querer sair com pessoas comprometidas?
- um homem comprometido tem de certeza alguma coisa boa. Por isso é que está comprometido! Não há nada como uma aliança no dedo para nos fazer pensar que se alguma mulher o quer, ele deve ter algo que vale mesmo a pena;
- a questão do fruto proibido. Queremos sempre aquilo que não podemos. Gostamos da emoção da “caça”, da perseguição e da conquista. As coisas que nos são oferecidas de bandeja não têm piada nenhuma;
- a segurança falsa de que se vamos sair com uma pessoa comprometida, então não acontecerá nada. Que é como quem diz, andamos ali no flirt, umas festinhas no ego, a adrenalina toda, mas com a confiança que o mais provável é as coisas não passarem daquilo. Isto com a vantagem ainda de podermos ser 100% sinceras e dizermos tudo o que nos passar pela cabeça, que é coisa que dificilmente faríamos num date com alguém descomprometido. Todos queremos ser desejados, e neste caso a coisa não é nada mais que a procura de um boost na auto-confiança;
- competição feminina. Ele é comprometido, mas eu sou muito melhor que ela. E não há nada que nos faça sentir mais poderosas. Agora argumentam vocês que se um homem deixar a namorada por outra mulher, nada garante que mais tarde não torne a deixar essa por outra. E é aqui que a maior parte das mulheres comete o erro mais crasso no que diz respeito aos homens, que é pensar: “comigo é que ele vai ser diferente”. Não vai. Mas nós achamos sempre que sim. Aparentemente parece que somos nós que o vamos mudar...
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Pronto, a Belota ensina. Então é assim que se faz...
Primeiro: meias brancas. Nunca. N-U-N-C-A. Meias brancas são para jogar ténis. Mais nada. Estamos entendidos?Segundo: como tirar as meias sem parecer que se vão desequilibrar e partir o quarto. É muito simples. Um pé à frente do outro, com o calcanhar a fazer pressão sobre os dedos da frente do pé contrário. Puxem esse pé para trás, que sairá deixando a meia presa debaixo do calcanhar. Repitam com o outro lado e deixem as meias no chão. Simples, hum?
Desistam de usar as mãos para tirar as meias. Concentrem-se apenas na grande habilidade de nos desapertarem o soutien. Já é tarefa complicada que chegue para as vossas mãozinhas nabas e descoordenadas, ok?
Sexo com meias?

Para ser mesmo sincera, se um homem souber o que está a fazer na altura, por mim até pode usar um barrete na cabeça e um cinto à volta da cintura despida. I could care less. Mas como muitas vezes eles lá têm as suas inseguranças, acho simpático que se preocupem com as meias. Mostra que se estão a esforçar. Mas é mesmo só por isso. No entanto acho estranho que, de acordo com um estudo que acabei de ler na internet, 44% dos homens escolha deixar as meias calçadas. Nós fazemos depilação, escolhemos roupa sexy, espalhamos cremes pelo corpo e perfumamos o cabelo. É pedir muito que eles tirem as meias?!
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Mas é que me acontece sempre a mesma coisa
Ora deixei eu a chave de casa com um vizinho, não fosse ser preciso alguma coisa enquanto eu não estava (geralmente a coisa que é precisa envolve mesmo é o meu pai a ir lá a casa buscar as chaves do jipe ou qualquer outro brinquedo que lhe apeteça) e combinámos que na noite em que eu voltasse, o vizinho deixaria as chaves num sítio previamente combinado. Não deixou. Pois claro! Ficar trancada fora de casa é a minha sina, e quem segue este blog desde o início sabe que isto não é novidade nenhuma. Lá fui eu a casa da minha mãe buscar a cópia que lá está guardada para estas situações. Acontece que a cópia é exclusivamente da porta da minha casa e não da porta de entrada do prédio, que é pequenino, e que não tinha nenhum vizinho no interior que me deixasse entrar. Resolvi arrombar a porta com o BI. Não deu. Com a carta de condução. Também não deu. A única hipótese era a radiografia que eu tinha guardada para estas coisas (ver como arranjei a radiografia aqui). Foi nessa altura que me lembrei que tinha deixado a radiografia dentro do jipe, com o plano brilhante que se fosse precisa eu conseguiria arrombar o jipe, tirar a radiografia, e arrombar então a porta de casa. O que me falhou ao conceber este plano, foi que o jipe ia passar a estar guardado na quinta do meu avô. A uma hora e meia de distância de casa! Ora isto tudo, por volta das 23h, um frio de rachar e eu apenas de bikini e uma túnica fininha daquelas compradas aos marroquinos na praia. Resolvo ligar ao meu pai a pedir ajuda, o que é sempre um plano muito bom também, e ele lá disse que tinha uma radiografia em casa e que vinha ter comigo. Felizmente lembrei-me que tinha ali a mala do fim-de-semana e que podia vestir qualquer coisa mais quente, mas não podia despir a túnica no meio da rua porque antes de chegar a casa tinha resolvido tirar a parte de cima do bikini que estava molhada e então não tinha mais nada por baixo! Chega o meu pai e estou eu no meio da rua, de jeans, uma túnica por cima, uma camisola por cima da túnica, e embrulhada na toalha de praia ainda molhada e gelada. E quando olho para ele com aquele ar de “obrigada papá, estou salva”, ele saca de uma ecografia, tomografia, lobotomia for all I care, qualquer coisa em papel, que não uma radiografia. E fica ali com aquele ar todo relaxado de “eu consigo fazer isto” e claro que mal enfiou o papel na ranhura da porta, aquela porcaria rasgou-se toda. A mesma que ele, afinal, ainda tinha que ir mostrar ao médico! No meio disto, de repente, oiço um táxi na rua e sai de lá uma vizinha que afinal tinha decidido ir de férias um dia mais tarde. Abriu-me a porta. E o pai olhou para mim com o ar mais normal do mundo e disse: “devias andar com uma radiografia no carro”. E eu que já tinha estabelecido 20 minutos antes que esse plano afinal também não funcionava...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Somos ou não somos boas namoradas?
Nós mulheres...
...perdemos facilmente o controlo quando estamos ciumentas?
Não. Fazemos uma tempestade gigante, gritamos, barafustamos, e acabamos com eles durante 2 dias, mas isso não conta...
... queremos escolher os amigos dele e/ou não o deixamos ter amigos?
Claro que não! Com excepção dos amigos parvos com quem ele só faz coisas parvas e da colega do trabalho que é aí umas 20 vezes mais gira que nós.
... controlamos os seus movimentos e queremos saber sempre onde e com quem ele está?
Hum... a perseguição do telemóvel com os “onde estás”, “o que é que fizeste hoje” e “quem é que estava lá”, contam?
... fazêmo-los sentirem-se inseguros ou com receio de dar a própria opinião?
Não. A não ser que queiram falar sobre outras mulheres, roupa, o nosso peso, os nossos gostos musicais ou cinematográficos, a qualidade da nossa condução, e como a mãezinha deles é muito melhor do que nós.
... ignoramos as necessidades deles e os seus desejos?
Estamos a falar de sexo, não é? Só podemos estar a falar de sexo. E de futebol. É isso não é?
... tornamos-nos violentas sem motivo aparente para tal?
Não é sem motivo aparente para tal, o motivo existe e é muito válido, nós é que no momento não sabemos muito bem qual é de tão entretidas que estamos a expressar a nossa raiva.
... quando ficamos zangadas atiramos e partimos objectos ou batemos nas paredes?
Bater nas paredes não para não estragar as unhas. Mas o ocasional telemóvel contra o chão (o dele, claro) ainda pode ser. O comando da playstation às vezes também podia passear pelo ar alguns metros.
... quando ficamos zangadas gritamos, empurramos, puxamos o cabelo e batemos?
Nós tentamos empurrar, também há quem bata mas é assim como quem não quer a coisa. Puxar o cabelo só mesmo em situações mais interessantes mas aí convém as posições inverterem-se. Quanto a gritar, não comento. GRITAR??? NÓS????? A SÉRIO????
... tornamo-nos agressivas quando não queremos fazer o que ele quer ou quando discordamos com ele?
Agora fiquei confusa. Como assim quando não estamos de acordo? Isso é uma questão de segundos! Ele acha que quer alguma coisa que nós não queremos, mas está enganado. Ele quer. Só que ainda não o sabe. (e nós vamos usar da nossa passivo-agressividade para ele o perceber, que é como quem diz, vamos ficar com a birra e ignorá-lo até ele nos fazer a vontade e dar razão)
... humilhamos, insultamos ou ridicularizamos?
Não! Coitados! A não ser que se estejam a babar com a tal colega boa do trabalho, a contar como a mãe, quando era nova, era a mulher mais gira que eles alguma vez viram, ou a comentarem como têm uma pilinha maior que a média dos outros homens.
... obrigamo-los a terem relações ou a praticarem actos sexuais contra a sua vontade?
Às vezes, mas faz parte da brincadeira. :)
... culpamo-los frequentemente pelas situações de violência?
Não. Não é só pelas situações de violência. Todas as outras situações más também. A culpa é sempre deles. Mas isso não é óbvio numa relação? :)
Notem como 4 respostas afirmativas significam que há um problema mas eu consegui responder negativamente a quase tudo. É tão fácil ser mulher nestas coisas. Damos a volta a tudo!
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Porque é que os homens fazem chichi contra uma árvore?
terça-feira, 4 de agosto de 2009
“Um dia sem a Megan Fox”
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Mês da infidelidade*
Eu nunca fui muito desta coisa dos rancores. Está feito, está feito, não preciso de andar a infernizar a vida de alguém para me sentir melhor, para isso existe o karma, e acredito que cada um tem o que merece sem eu ter que me chatear muito. E isto tudo porque, no episódio que vi, havia um senhor, coitado, que tinha chegado a casa mais cedo, vira uma carrinha estacionada à porta de casa, e encontrara a mulher a chegar em grande cumplicidade com o dono da respectiva carrinha. Então e qual era um dos exercícios do programa para o senhor libertar a raiva? Precisamente, destruir a carrinha em questão! E o senhor divertiu-se, como é óbvio, que até eu me divertia a lançar carrinhas de gruas monstruosas, e sentiu-se muito mais aliviado. Mas eu fiquei com uma questão. Ora se a produção do programa comprou a carrinha ao senhor traidor para que o traído a pudesse destruir, então o traidor não sai a ganhar no meio disto? Ficou-lhe com a mulher e com dinheiro para uma carrinha nova! Mais ninguém pensou nisto?!
Não entendo esta coisa das traições. Não entendo. Já fui traída, já ajudei a trair, mas nunca traí. É coisa que não tem a ver comigo. Se sentir essa necessidade é porque algo está verdadeiramente mal na relação e não me vejo preguiçosa o suficiente ao ponto de não conseguir pegar no telefone e acabar as coisas antes de fazer o que quer que seja com outra pessoa. E acreditem, eu sou preguiçosa! A sério que não entendo. E como este não é assunto que tenha sido suficientemente abordado aqui neste canto, comprei um livro que se chama “Por que razão os homens enganam as mulheres e vice-versa” e decidi que Agosto vai ser por aqui o mês da infidelidade. Que vos parece? É que vou querer as vossas opiniões sobre o assunto...
*aposto que houve muita gente feliz a ler este título e a pensar que este era oficialmente o mês em que podia fazer o que bem lhe apetecesse sem consequências. Ai, ai, foi ou não foi? :)





