segunda-feira, 28 de abril de 2008

Homens, para que vos queremos?

Pela primeira vez neste blog, em vez de escrever eu um post, vou antes referir para um post de outro blog. Faço minhas as palavras do menino que lá colocou o texto, que por sua vez fez dele as palavras do autor. Resumindo e concluindo, o Francisco del Mundo tem no blog dele este texto de Luís Fernando Veríssimo sobre a inutilidade dos homens e o seu eventual desaparecimento da face da Terra.
Deixo algumas citações:

"Nunca se viu uma revista feminina com um homem na capa."

"Outro fenómeno curioso é o seguinte: existem mulheres insufláveis para simular sexo, mas alguém tem notícia de homem insuflável para o mesmo fim? (…)para a mulher, o boneco do homem se resume no seu pénis, sem aquela massa confusa, iludida e dispensável na outra ponta (…)o resto é supérfluo."

"Como a ciência já tornou o espermatozóide desnecessário para a reprodução, as mulheres só estão nos preparando, há anos, para o nosso destino fatal, a obsolescência."

O melhor é passarem por lá e lerem o texto na íntegra.
;)

(Como as hiperligações hoje não estão a funcionar e eu já desisti de tentar, o texto está em http://diariodeumhomemsentimental.blogspot.com)

domingo, 27 de abril de 2008

Como é que os gajos metem perfume?

Ok, reconheço que isto assim à partida pode parecer completamente trivial, mas como? Como é que eles o fazem? Ontem estive num jantar em casa de um menino. Houve uma altura em que todos os gajos saíram para ir comprar algumas coisas que faltavam, e nós, as meninas deste blog, ficámos sossegadinhas à conversa e a ver televisão. E foi aí que nos apercebemos que os comandos da televisão cheiravam a perfume! Penso que foi das coisas que nos intrigou mais nos últimos tempos!! Nós metemos perfume no interior dos pulsos, no pescoço, e, abordando o assunto de forma directa, nos sítios onde queremos que eles vão. Construímos uma espécie de percurso olfactivo que é só seguir. Mas como é que eles o fazem? É que sempre tive a ideia que carregavam no spray do frasco ao calhas e aquilo que acertasse onde fosse. Sem grandes preocupações. Agora expliquem-me como é que os comandos da televisão ficam a cheirar a perfume! Como? Alguém sabe?

(Se o dono dos respectivos comandos lê este blog, deve estar aflito neste momento. Se nós cheirámos os comandos da televisão, que mais podemos ter feito? Tenho cá um feeling que ele se deve estar a aperceber que nunca se deixam raparigas sem supervisão na casa de um homem que vive sozinho…)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Competitividade

Ontem em conversa com um amigo meu, percebi que os homens também competem entre eles. Mas fazem-no em silêncio e ninguém dá por isso. Acontece que, afinal, os meninos preocupam-se com o lugar que estão a preencher nas nossas vidas. Com isto quero eu dizer que se preocupam se estão ou não à altura do nosso ex-namorado. Se são mais giros, mais altos, mais fortes, mais espertos, mais engraçados… E quanto melhor for o nosso ex (na opinião deles, claro) mais complicada fica a coisa. Sentem-se intimidados. Eu, como miúda, tenho alguma dificuldade em entender esta questão. Nós competimos constantemente umas com as outras. Mas fazemo-lo por nós mesmas. Tomara eu arranjar um namorado cuja ex fosse uma top-model! Ora isso não quereria dizer que eu era melhor? Ele preferia-me a mim!!!

(gajos não percebem nada!) :D

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Carjacking

Eu sei que isto não é propriamente um fórum, mas já agora, alguém viu a reportagem sobre carjacking que deu na RTP 1 na semana passada? Eu não tinha nada para fazer, escrevi um post-it e tudo para me lembrar, e mesmo assim esqueci-me. É que fiquei com a ideia que durante a apresentação um assaltante tinha dito que era mais arriscado atacar mulheres. Aparentemente elas são chatinhas e de vez em quando dá-lhes para tentar lutar de volta e puxar as máscaras dos agressores. É verdade? Foi mesmo isso que disseram? É que já estava na altura de a nossa persistência e teimosia verem os seus frutos. Somos tão chatas que nem nos querem assaltar. Gosto. Assim vale a pena!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Resumo das últimas semanas

Bem, o meu carro lá morreu para a vida. Quer dizer, os senhores da inspecção assassinaram-no, porque para mim ele andava para a frente, que é tudo o que é preciso, e por isso estava óptimo. Duas semanas de oficina e 300 euros depois lá passou. E nunca tinha eu tido na minha posse um papel da inspecção sem uma única anotação! Que o carro não pode estar tão bom assim, mas os senhores tiveram pena. :) Como se não fosse o suficiente, o meu telefone resolveu morrer também. Lá comprei um novo, e como até nem tinha nada para fazer, dei-me ao trabalho de ler o manual do aparelho. Foi interessante. Gostei logo de ler a primeira frase em que a Sony Ericsson me dá os parabéns por ter adquirido um telefone novo. Pensei logo que se eles fizessem telefones resistentes a 15 quedas por dia, eu não teria que comprar telefones novos. Mas depois continuam. Primeiro avisam-me que para realizar chamadas o telefone deve estar ligado. Confesso que ainda não tinha percebido. Depois, nas Informações Importantes, dão-me conhecimento que o produto deve ser tratado com cuidado e guardado num local limpo e isento de pó. Ainda não entraram dentro do meu carro, está visto. Poderá explodir se for colocado no fogo. Ah, e eu que gostava tanto de enfiar a cabeça na lareira enquanto fazia as minhas chamadas! Dizem-me para não expor o produto a temperaturas extremamente baixas e que a bateria só pode ser carregada entre os +5ºC e os +45ºC. A viagem aos Pólos já era… Não deixar cair. (não tenho sequer comentários porque os senhores não me conhecem). Não fechar o produto com um objecto inserido entre o teclado e o visor. Onde vou neste caso guardar os 30 post-it de coisas que não me posso esquecer?! Não colocar a bateria na boca. Vou colocá-la onde então? E o visor? Será que o posso partir? E se o telefone se desfizer em inúmeras peças pequenas, posso engoli-las? A sério que não percebo esta gente.
Mas isto foi semana de mais novidades, ah pois foi! Aparentemente alguém descobriu que a Herbalife causa lesões no fígado. Eu bem que andei este tempo todo a dizer que o melhor era Häggen-Dazs mas ninguém me queria ouvir! Por falar nisso, ontem lanchei com o meu pai e quando pedi um gelado ele disse-me “Não estás a fazer dieta? Vocês mulheres estão sempre a fazer dieta!”. Fiquei contente, era a coisa certa para se dizer. Ora resumindo e concluindo, está tudo na mesma. O carro anda outra vez depois de uma fortuna em arranjos, o telefone já toca mas como tem um toque novo que eu desconheço continuo a perder uma série de chamadas, a Herbalife faz mal, a dieta começa amanhã e os homens continuam a dizer sempre a coisa errada no momento errado. Bem-vinda Belotinha de novo à vida real.

domingo, 20 de abril de 2008

P.S.

Estive desaparecida, sem carro e sem computador, mas tinha saudades e já voltei. :D

Não, afinal é este!

Eu bem passo o tempo todo a defender que as mulheres deviam deixar de entrar em joguinhos parvos e serem sinceras e directas, e há pouco tempo estava a ver o reality show do Gene Simmons, vocalista dos Kiss, quando ele disse precisamente:

A razão porque estou com a Shannon estes anos todos, é porque ao contrário das outras mulheres, ela não faz joguinhos com os namorados.

Aqui está um homem que percebeu e que dá valor a uma mulher frontal. É bom, porque a lição que se aprende nisto, é que se formos 100% sinceras, há a hipótese de acabarmos com um gajo todo estranho que passou metade da vida com a cara cheia de maquilhagem, que tem as ideias mais parvas à face da Terra, o maior ego do mundo, e a maior língua de sempre. É um bocadinho assustador.

Nota: pronto, ok, se calhar a língua pode ser uma coisa boa…

terça-feira, 15 de abril de 2008

É este o homem de sonho das mulheres?

O TONY CARREIRA?!?!

Ontem numa reportagem do telejornal da SIC, uma mulher dizia:
Isto para mim é Deus no céu e o Tony na terra

E eu pensei, “pois claro, não há nada mais sexy que um homem a sussurrar-nos ao ouvido vou deixar-te louca, carinha laroca, carinha laroca”!

Ai, às vezes tenho cada ataque de riso…

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Inocência

Dizem os Mundo Complexo neste Puto Charila:

“Esquece lá essa bola, então não gostas de mim? Foste tu que me ofereceste aquela flor de jardim. Até faltaste ao encontro para não faltares na baliza. São apenas coisas simples que a inocência eterniza.”

E eu penso que é querido. Se hoje imagino um puto a trocar uma menina por uma bola, por muito que ela fique triste, eu vou rir e achar querido. Porque é inocente e eles são pequeninos. Mas o que acontece a essa inocência quando crescemos? Vai para onde? Alguém me explica?! É que depois de crescidos, se algum gajo me oferecer uma flor, eu penso logo que me está a tentar saltar para cima, e se me deixam pendurada por causa de um jogo de futebol, o caso fica muito mal parado. Ai que fica.
Por estas e por outras é que eu acho que os homens não crescem. Mas se calhar as mulheres também não deviam.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Dating Online

Depois dos vários comentários que o assunto gerou, tornou-se claro que este era um tema a ser abordado novamente. Aconselho a todos que leiam os comentários aqui antes de ler este post. Houve quem contasse como conheceu o amor online, quem revelasse que não sentiu diferença alguma entre conhecer uma pessoa através do computador ou fora dele, e quem assumisse dúvidas e receios. Mas aquilo que mais me impressionou, foi que sem ninguém se aperceber, todos pareciam estar de acordo com uma coisa: a pessoa certa existe. Independentemente do sítio onde a encontramos.
A verdade é que o amor distorce a realidade. E ainda bem que assim é. Torna as coisas mais mágicas. Quando se está apaixonado qualquer história sobre o primeiro encontro é maravilhosa. Quer tenha sido numa gôndola em Veneza por baixo da Ponte dos Beijos, na fila da repartição das finanças, ou através do teclado de um computador. Sob a alçada desta teoria tanto faz se conhecemos alguém ao vivo ou online, uma vez que é aos detalhes que vamos dar importância. Podia estar a chover incansavelmente, podia ser o dia de Sol mais bonito, podia ser aquele dia em que tudo corre mal mas depois conhecemos uma pessoa que muda tudo, podia ser tanta coisa que acontece em simultâneo dentro e fora do espaço virtual. Na verdade não faz diferença. Aquilo que faz diferença é o modo como encaramos as coisas, e nesse sentido só de nós depende a interpretação de uma história romântica ou não. Se estamos por vezes dispostos a alinhar em blind dates ou a conhecer o amigo da amiga do amigo do primo, se conhecemos pessoas à noite sob a influência do álcool e em espaços onde a música ensurdecedora não nos deixa ter uma conversa minimamente decente, quem somos para duvidar dos encontros online?
A grande questão sobre o romance virtual recai sobre a honestidade de cada pessoa. É natural que pintemos um retrato melhor de nós mesmos se estamos a conhecer alguém à distância, mas por outro lado, não é isso que fazemos ao vivo também? Temos cuidado com a aparência, tentamos ir a sítios giros e só contamos as histórias que nos convêm. Não vejo grande diferença a não ser no impacto inicial. Por outro lado não sei se este impacto inicial não será uma coisa feminina. Gosto da ideia de encontrar um homem e pensar que ele representa tudo aquilo que eu andava à procura. E isso sente-se, não se lê, logo não sei muito bem como tal pode acontecer através de um computador a não ser que se arrisque um encontro com a pessoa, o que a médio/longo prazo será inevitável. Eu não aceito pessoas estranhas no meu Hi5, não dou o meu número de telefone a ninguém, mas dou um contacto por e-mail sem hesitações. E penso que existe um novo conceito de segurança que nos faz gostarmos das novas tecnologias. Mais facilmente não respondemos a um e-mail do que nos levantamos a meio de uma refeição num restaurante e nos vamos embora. Mais facilmente vamos deixando de falar com a pessoa online do que lhe dizemos cara-a-cara que afinal ela nem faz o nosso género. Estamos a ficar comodistas e pouco corajosos. O computador permite-nos um escape fácil.
Se usamos a Internet porque nos sentimos mais à-vontade para nos darmos a conhecer, se a usamos porque estamos duvidosos e não queremos permitir uma aproximação maior, ou se não a usamos sequer, o ponto fulcral é que em termos lógicos e estatísticos, se a pessoa certa existe, quanto mais a procurarmos mais hipóteses temos de a encontrar. E estou completamente convencida de que não será o método nem o local de busca a determinar o sucesso da procura.

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Por falar em slips e gabardinas

É que dois dias depois do último post eu ainda fiquei a pensar nisso... Os homens sabem que nos tempos que correm slips não são aceitáveis. Sabem, não sabem? Também não sou grande fã daqueles boxers todos apertadinhos mas já percebi que sou só eu... Agora slips é que não. Sabem isso, não sabem? Não é preciso fazer uma lição sobre o assunto, certo?

terça-feira, 8 de abril de 2008

It's Raining Men

De facto a ideia de choverem homens sempre me pareceu bastante apelativa, confesso é que já não me lembrava do videoclip. Vale a pena pelos quase 5 minutos de gargalhadas!

P.S. - Se for preciso eu envio as coordenadas da minha casa para o gps de modo a saberem exactamente onde aterrar. Esqueçam é os slips e a gabardina. São assustadores...

domingo, 6 de abril de 2008

Ainda há esperança na internet

No dia das mentiras escrevi um post cujo título era “A Belota vai casar”. Estava agora aqui a ver os comentários quando reparei no Ruben Alves que respondeu:

Não deste data. Ainda sobram-me as esperanças.”

Hum? E que tal? Ainda arranjo noivo na internet!
Ahahahah

(não seria a primeira nem a última… alguém por aí com experiência em dates da net que queira contar?)



P.S. - Depois de 5 ou 6 meses de existência deste blog já não conseguia ver mais cor-de-rosa à frente...

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Lá estamos nós a complicar

Ontem fui jantar fora e na mesa ao lado da minha estava um casal em que a rapariga dizia ao namorado “claro que é bom que gostes de mim por causa disso, mas não é só isso…” e eu não consegui perceber o resto mas comentei com um amigo rapaz que estava ao meu lado, e que me respondeu sem hesitar “de certeza que se ouvisses tudo que ela tem para dizer, que deve ser um perfeito disparate, ias achar que ela tinha razão". E eu fiquei a pensar nisso. Por que é que gostarem de nós nunca é o suficiente? Nós queremos sempre que eles gostem pelas coisas que nós decidimos que são importantes. Não por aquilo que é importante para eles. Gostar só não chega. E gostarem das coisas que nós não gostamos em nós, é pior ainda. Não devíamos conseguir apenas ficar felizes por termos alguém que nos ama incondicionalmente?

(este post parece-me um pouco confuso, mas eu fiquei mesmo confusa com isto também…)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Lição nº6

Ajudar

Ofereçam-se para ajudar. Nós gostamos, e se não o fizerem eventualmente vamos refilar que nunca o fazem. Mas muito importante: prestem atenção à nossa resposta. Somos capazes de dizer uma vez “não é preciso, obrigada”, o que na realidade não passa de pura educação. Perguntem outra vez e depois façam aquilo que pedirmos com um sorriso. Se à segunda, no entanto, voltarmos a repetir que não é preciso, não se mexam mais. Para nada. É que das duas uma, ou vão fazer tudo mal, ou fazem bem mas levam o dobro do tempo. E isso irrita-nos porque nos dá trabalho a dobrar.

terça-feira, 1 de abril de 2008

A Belota vai casar!

Precisamos assim tanto de mentir que temos que inventar um dia próprio para que o possamos fazer sem objecções de consciência?
(isto é mau, não é?)

segunda-feira, 31 de março de 2008

Gajos e a mania da condução

Não percebo a paranóia que os homens têm com a condução. Podem não saber estrelar um ovo que os impeça de morrerem à fome, mas homem que é homem sabe conduzir e acha que é o melhor condutor de sempre. Juro que não percebo. Há uns dias atrás estava eu a sair do meu carro quando um totó encostou ao meu lado para me fazer uma pergunta. O plano aparentemente seria dizer-me “boa noite, desculpe estacionar assim ao seu lado mas tenho um carro igual ao seu e gostava de saber onde é que o mandou pintar” (faz sentido porque eu tenho um carro de colecção, era uma abordagem perfeitamente normal). Acontece que assim que eu me aproximei, o menino deixou o carro dele ir abaixo. E pronto, lá veio o drama. Olhou para mim com cara de quem ia morrer e disse “boa noite, EU NÃO SOU ASELHA, desculpe estacionar assim ao seu lado mas tenho um carro igual ao seu e gostava de saber onde é que o mandou pintar”. Era giro, simpático e educado. Mas o importante era que eu, uma perfeita estranha, soubesse que ele não era aselha.
Gajos…!

domingo, 30 de março de 2008

Big Girl You Are Beautiful

"Walks into the room,
feels like a big balloon"?!

Pronto, ok...

sábado, 29 de março de 2008

Por que é que as mulheres vão juntas à casa-de-banho?

A minha resposta simples seria: para conversar. Mas uma publicação qualquer americana deu-se ao trabalho de ir mais longe e enumerar as 10 razões para isso, que eu passo a transcrever e a comentar:

1 – Solidão. As mulheres têm tendência a sentir-se sós numa situação social e a última coisa que querem é ir à casa-de-banho sozinhas, logo, porque não ir com as amigas?
(Isto começa bem. Ainda vamos na primeira e eu já estou confusa. É que nunca me aconteceu estar a fazer xixi e a pensar “isto correria muito melhor se ao menos tivesse companhia”…)

2 – Perigo. Algumas mulheres ficam assustadas com a ideia de que um homem as pode seguir até à casa-de-banho e que lá dentro pode acontecer alguma coisa.
(Alguma coisa? Depende da coisa. Que sítios mais manhosos esta gente frequenta…)

3 – Retocar a maquilhagem e trocar segredos de beleza.
(Ok, esta passa, de facto nós vamos à casa-de-banho retocar a maquilhagem. Trocar segredos de beleza é que já tenho as minhas dúvidas… é a casa-de-banho, não o cenário do Extreme Makeover!)

4 – Falar de um mau encontro.
(Pois é, nunca vou perceber esta vontade incontrolável que nós temos de falar das coisas, incluindo quando elas ainda estão a acontecer, logo, se o encontro está a correr mal e há uma amiga por perto, não dá para esperar, temos que ir logo a correr dizer mal.)

5 – Tirar os sapatos e queixarem-se dos pés.
(hum… cá para mim isto não é razão. Querem estar giras, aguentem!)

6 – Para falar durante alguns minutos em privado.
(Verdade. Não importa onde estamos, quando entramos na casa-de-banho parece que o tempo pára e entramos numa dimensão paralela. Dá jeito.)

7 – Demasiada vergonha para atravessar a pista da discoteca sozinha.
(ahahahah quem tem vergonha de atravessar uma pista sozinha devia ter vergonha de sair à noite. Give me a breake!)

8 – Para falar de algum gajo giro que está a ir à casa-de-banho dos homens.
(E sair “acidentalmente” da casa-de-banho ao mesmo tempo que ele. Era isto que dizia no artigo e assim já compreendo :) )

9 – Estar à espera na fila.
(Se há fila para a casa-de-banho e podemos estar com companhia, para quê esperar sozinha?)

10 – Para falar sobre outras mulheres.
(Ah pois! Sobre o que elas têm vestido, sobre o que disseram, sobre o que fizeram há 3 anos atrás mas que nós nunca vamos esquecer, sobre o gajo com quem ela está, etc., etc., etc.)

Continuo com a mesma opinião: nós vamos à casa-de-banho para conversar. É um acto social. Mais nada. (e qualquer homem devia sentir-se intimidado quando o fazemos, porque vamos falar sobre ele)

quarta-feira, 26 de março de 2008

Quem é que tem um carro que não passou na inspecção?

Não é que seja uma novidade por aí além, mas desta vez gostei das coisas que escreveram na folha de reprovação. Entre expressões como “motor babado” e 9 outras coisas igualmente cómicas, gostei particularmente da nota no alinhamento da direcção que dizia “desvio superior a 10m/km”. Isso quer dizer que se eu largar o volante, ao fim de 1 km o carro desviou-se 10 metros do sítio para onde deveria ter ido? No way! Também achei piada à nota sobre as luzes de travagem que dizia “ausência ou não funcionamento”. Percebo. O carro tem tão pouca coisa que podia não ter luzes também. Se calhar eu colei lá uns plásticos côncavos encarnados atrás só para enfeitar. Também se deram ao trabalho de escrever que o meu conta km tem um funcionamento deficiente. Marca os mesmos quilómetros da inspecção anterior. Ora isso é porque eu descobri um modo de teletransportar o carro. Duh! Em vez de ter mandado o carro com o mecânico devia lá ter ido eu de mini-saia. Ai que vais voltar a pôr o cabelo loiro e a ir lá fazer ar de menininha ingénua coitadinha que nem sabe onde se liga o carro. Ai vais, vais…

Mais um post sobre maminhas

"9 em cada 10 homens prefere mulheres com maminhas grandes. O 10º que sobra prefere os outros 9 homens."

(Ouvido ontem numa sitcom. Homens! Estamos tramadas...)

terça-feira, 25 de março de 2008

Os homens têm medo das mulheres?

Hoje tive pena de não ser uma velha de 80 anos daquelas que está em casa a tarde inteira sem nada para fazer e a assistir aos programas da tarde na televisão. É que na emissão da Júlia Pinheiro falava-se sobre loiras e eu ainda consegui ouvir uma psicoterapeuta a comentar que aquilo que atrai os homens numa loira, é o ar angélico e inocente. Ora isso já eu sabia! Não é sem razão que consigo fazer aquela expressão de cachorrinho abandonado sempre que me dá jeito. E pois que dá. Para me livrar das multas, para entrar em sítios sem pagar, enfim, coisas que já aqui foram mencionadas anteriormente. Continuava a mesma psicoterapeuta a explicar que os homens não gostam de se sentir intimidados por uma mulher. Quanto mais criancinha ela parecer, menos mal lhe fará. Coitadinhos! O ar inocente é só fachada! Quanto mais queridas parecemos pior somos! Pronto, ok, agora estava mesmo aqui só a tentar picar os meninos, mas a verdade é que nós somos más, sim, mas só o somos quando eles merecem. De resto guardamos essa maldade toda para aplicar nas outras mulheres. É mesmo preciso ter medo?

segunda-feira, 24 de março de 2008

Eu bem disse...

... que não falava de dietas até à Páscoa. E também não vou falar agora. Nem escrever sobre isso. Estou demasiado ocupada a fazer digestão ainda...
:D

sexta-feira, 21 de março de 2008

Para mim está tudo dito

Depois de eu ter argumentado com um menino que era impossível discutir com ele, a resposta que ouvi foi:

"Isso é porque tu és uma teimosa. Eu só tenho razão!"

Preciso acrescentar mais alguma coisa?

quinta-feira, 20 de março de 2008

Divórcio na hora

A partir deste mês tornou-se possível para qualquer pessoa casada ao abrigo da lei portuguesa que se divorcie através da internet. O processo é simples e demora apenas entre 4 a 20 minutos, ou seja, o tempo necessário a um ou dois cigarros que a situação pede. Isto se nos divorciarmos em casa claro, porque quem não tiver internet em casa pode divorciar-se no computador do escritório ou de um café qualquer, fumar o cigarrinho é que já não. A lei não permite.
Este governo cada vez me confunde mais.

terça-feira, 18 de março de 2008

Por falar em mulheres que me tiram do sério

Finalmente a TVI lá percebeu que tinha que acabar com o Toca a Ganhar! O problema não era claramente o conceito do programa em si, agora substituído por um formato idêntico, mas antes a apresentadora. É que de cada vez que a Liliana Aguiar dizia coisas como “Vamos jogar para países começados pela letra P, como por exemplo Eslovénia, ai não, esperem a produção está aqui a dizer-me que Eslovénia começa com H” eu tinha vontade de enfiar a cabeça dentro da televisão e electrocutar-me até recuperar a sanidade mental.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Dar desconto

Um amigo meu acabou com a namorada, veio falar comigo todo triste, e não é que eu dei por mim a repetir a mesma frase 50 vezes numa hora só?
Resumindo:
Ele: Eu não percebo por que é que ela tem que fazer um drama de tudo!
Eu: Porque ela é miúda e nós somos mesmo assim, dá-lhe um desconto!
Ele: Mas ela vai buscar coisas que se passaram há 3 meses atrás e que eu nem me lembro!
Eu: Porque é miúda! Dá-lhe um desconto…
Ele: Mas porquê? Eu não me quero chatear! Por que é que ela tem que explorar cada coisinha até à exaustão?
Eu: Porque é miúda e nós não conseguimos evitar… é mesmo assim! Dá-lhe um desconto…
Ele: Mas não havia necessidade de nada disto!!
Eu: Eu sei… ela também sabe… e não é por mal… mas não conseguimos agir de maneira diferente! Dá-lhe um desconto…

Começa a parecer-me que “dar desconto” é quase uma desculpa tão boa como “não, na realidade eu não acho mesmo que tu sejas o maior idiota à face da terra, mas é que estava quase a aparecer-me o período e então disse isso sem querer…

domingo, 16 de março de 2008

Pageant Place

Descobri mais uma coisa hilariante na MTV chamada Pageant Place. A Miss Universe, a Miss USA e a Miss Teen USA a partilharem um apartamento em Nova Iorque durante 1 ano. Será preciso dizer mais? E como a dor de cotovelo é uma coisa muito feia (ou no meu caso muito divertida porque eu estava só a assistir), uma delas tinha o seu reinado a terminar e viu-se forçada a entregar a coroa e o seu lugar a outra miss. Então saiu-se com este brilhante comentário: “I hope she’s short, fat and mean”. É que é mesmo isso que nos faz detestar uma miúda: que seja alta, magra e boazinha. Porque nós sabemos que não somos o suficiente de nenhuma dessas coisas.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Lição nº5

As mulheres sentam-se sempre de costas para a parede

Se há coisa que eu acho que já ficou clara nestes meses de blog, é que as mulheres não são puramente simples em nada. Nem na forma como ou onde se sentam. Se bem que nos dias de hoje já não é comum um homem puxar a cadeira à senhora, nós continuamos a ter as nossas manias. Nomeadamente, num bar ou restaurante, preferimos sempre ficar sentadas de costas para uma parede. As razões são claras:

1 - Se soubermos que não há hipótese de alguém passar atrás de nós, perdemos preocupações desnecessárias como “acho que o vestido está a cair, se calhar estou a ficar com o soutien à mostra nas costas” ou “será que estas calças são descaídas demais e tenho o fio dental de fora?
2 – Nós precisamos de ver tudo. Quanto mais ampla for a nossa visão, mais satisfeitas ficamos. Temos que ver se entra alguma miúda mais gira do que nós, se entra alguma miúda com uma roupa ridícula, se entra algum gajo bom, se entra algum amigo que não vemos há anos e queremos matar saudades, se entra algum amigo que não vemos há anos e queremos evitar, se entra o nosso ex, se entra a ex dele… etc., etc.
3 – Eles não precisam de ver nada. Qualquer homem que nos leve a sair é para estar connosco. Logo, pode muito bem ficar de frente para a parede, sem ter noção do movimento atrás dele, e a noite inteira a olhar para nós (e para a parede vá…)
Afinal é ou não é simples?

(Pequeno truque para homens: tenham em consideração este post no vosso comportamento, mas sejam discretos. Quando acontecer entrarem num bar com Sportv e nós refilarmos que não queremos que fiquem o jantar inteiro a olhar para a televisão, argumentem que geralmente vocês permitem que aconteça o contrário e que é minimamente justo que nós deixemos passar essa vez. Geralmente não ligamos muito a essas conversas de justiça mas pode ser que pegue…;) )

Olha tão lindos...

Eles dizem lá por paragens próprias que nós somos originais e divertidas. Nós ficamos só felizes por existirem homens que não refilam com as coisas que aqui escrevemos. E ainda incentivam com um prémio!

Por enquanto tudo a ir espreitar o Guia dos Homens Para Mulheres Totós que em breve nós passaremos o prémio para mais alguém...

segunda-feira, 10 de março de 2008

Not in the face

Este fim-de-semana estive a aprender a andar de skate. E lá estava eu, quando me lembrei de perguntar se não seria boa ideia ter umas luvas protectoras caso caísse ao chão. A resposta que me deram, vinda de um gajo, naturalmente, foi que não era necessário, pois se eu caísse o instinto imediato seria cruzar os braços à frente da cara para a proteger. Ora eu como miúda, ou tenho instinto de levar as mãos directamente ao chão, ou então protegerei as calças ou a camisola (depende da preferência).
A situação toda fez-me lembrar as lutas entre gajos na televisão. Quantas séries e filmes cómicos já eu vi em que alguém grita “Not in the face!”. É que andar à porrada resolve o problema, mas deixar marcas na cara já é abusar.
Tenho um ex-namorado que se lembra exactamente da sua primeira cena de mocada. Estava na 1ª classe quando um miúdo lhe passou à frente na fila. Ele não tem mais nada e dá-lhe um murro. Quando o puto desatou a chorar e a correr para ir fazer queixinhas à professora, o meu ex-namorado com 6 aninhos, esfregou o joelho no chão até fazer sangue e depois foi queixar-se que o outro é que tinha começado. Ser mauzinho é assim mesmo. Mas depois quando crescem já inventam regras para tornar a coisa um bocadinho mais civilizada. Por sua vez, as miúdas se andarem à luta desatam logo ao estalo. Na cara! Não somos muito dadas a confrontos físicos, mas se a coisa der para o torto é para ir a sério…

NÃOOOO!

De repente fiquei irritada com gajos. Como é possível que eles nos entendam quando nós tentamos explicar o que sentimos e eles argumentam que estamos erradas? Não há nada para argumentar! Sentimo-nos assim e pronto. A pior coisa que um gajo pode dizer é "as miúdas não acham isso!" Como é que ele sabe?!?!? Como?!?!?!
Arghhhhhhhhhhhhhhhhh
(prometo que quando me passar a raiva escrevo um post mais à séria)

domingo, 9 de março de 2008

Dia 8 de Março

Há algum Dia do Homem? Nesse caso o Dia da Mulher é pura discriminação.

(Quanto mais se esforçam para serem iguais a eles mais se diferenciam pela negativa. Feministas estúpidas.)

sexta-feira, 7 de março de 2008

Continuação do post anterior

Ontem contaram-me a seguinte piada em relação ao que aqui foi escrito sobre o tamanho:

Não é verdade que todas as miúdas gostam deles grandes. Há algumas que gostam deles enormes.”

:D

quinta-feira, 6 de março de 2008

O tamanho importa?



Sim. Importa. E qualquer miúda que diga que não, ou está a mentir ou ainda não percebeu (é só dar-lhe tempo e experiência). Mas não importa da forma que eles pensam. Importa na primeira vez. Porque é a primeira impressão e porque sabemos que é um assunto importante para eles (mesmo que argumentem o contrário). Mas também não é nada que nos desmotive. A questão mais acertada seria antes “tamanho = prazer?” e aí a resposta já seria negativa. No entanto, não vou entrar aqui em pormenores sobre desempenhos ou estudos médicos no que realmente nos dá prazer. O tamanho importa. Das seguintes formas:

- quando se trata de reputação. Funciona igual para os dois lados. Qualquer homem sabe enumerar as 3 mulheres que conhece com o peito maior. Connosco é a mesma coisa. Boas notícias correm rápido.
- quando é pequeno demais faz-nos pensar “coitadinho, tão querido (ler com conotação negativa) é bom que saiba o que fazer com ele…”
- quando é grande demais faz-nos pensar “pronto, ok, impressiona, mas e agora o que é que eu faço com aquilo?” (ou melhor, nós sabemos o que fazer mas já não dá tanto jeito)
- quando eles dizem “epah não consigo meter o preservativo, se calhar é porque estou muito grande…”. Isto dá logo vontade de desatar ao estalo e de nos partirmos a rir. Come on guys, a sério…

No entanto, e este é o ponto principal, na altura certa ninguém está a pensar nisso desde que lhe saibam dar uso. Já ouvi miúdas a queixarem-se que grandes limitam a situação e outras a vangloriarem-se que eram pequenos mas foi o melhor que já tiveram. Resumindo e concluindo, passa tudo pela atitude e comportamento dos respectivos proprietários :)

quarta-feira, 5 de março de 2008

Ser menina às vezes é impossível

Ontem como estava cheia de sono, decidi que pela primeira vez não ia ver 15 sitcoms antes de adormecer. O que me deixou algum tempo livre para me preparar para ir para a cama. E como tinha estado a falar com a DeusA sobre como devíamos tomar conta de nós um bocadinho melhor, dei início com entusiasmo ao ritual feminino de ir para a cama. Ou seja:
- creme hidratante gordo para as mãos
- creme hidratante não tão gordo para as pernas
- leite de limpeza para o rosto
- creme hidratante com pigmentos autobronzeadores para o rosto
- bálsamo para o cabelo (porque de acordo com os senhores da tv o meu cabelo está exposto a agressões diárias)
- bepanthene para a cicatriz do piercing
- creme anti-celulite nas coxas
- creme anti-estrias em zonas específicas das coxas
- spray corporal Victoria’s Secret só para disfarçar o cheiro manhoso da mistura de cremes anteriores.

Quer dizer, quando fui dormir já estava mais exausta da hora inteira de preparação do que do dia completo de trabalho. Se eu fosse homem tinha feito o quê? Despia simplesmente os jeans e a camisa, atirava tudo para cima da cadeira mais próxima e enfiava-me na cama?

terça-feira, 4 de março de 2008

Uma questão de tamanho

Tenho um amigo de 4 anos que todas as tardes me vem visitar ao trabalho. Hoje disse-me:

Ontem fiz a minha amiga Maria chorar. Ela é mais velha, mas eu sou mais alto, por isso eu é que escolho os dvd’s que nós vemos. Mas ela não percebe isso!

Como é que é possível ela não perceber isso?! Quem é maior ganha! Pois claro! É assim aos 4 e será assim até aos 80. Para os gajos a única coisa que importa mesmo é o tamanho…

Foi isto que me ensinaram quando era pequena

“Mas eu não vou dar logo o meu consentimento, porque aos rapazes faz bem um certo sofrimento!” Ai que ainda não consegui parar de rir. Depois dizem que não sabem por que nos fazemos difíceis! Ahahahah
A nostalgia…


Vais pedir-me para namorar

“Não sabes que eu estou interessada em ti?
Talvez desde o primeiro dia em que te vi
Eu tenho mais sorte, comigo é assim
notei há muito tempo que gostas de mim
e sei que sem tardar, vais pedir-me pra namorar!

Não adianta disfarçar porque eu já vi
a Sara disse à Ana e ela ouviu-te a ti
dizer que de hoje não vai passar
sem arranjares coragem pra te declarar
não dá pra me enganar, vais pedir-me pra namorar!

Mas eu não vou dar logo o meu consentimento
porque aos rapazes faz bem um certo sofrimento!

Vou dizer pra esperares um dia ou dois a minha decisão
fingir que está confuso o meu coração,
eu cá estou nas calmas, sei que é assim
não podes disfarçar o que sentes por mim
não dá pra me enganar, vais pedir-me pra namorar!"


(P.S. – Já agora quem não identificar logo esta música dos Onda Choc é porque não tem idade para estar a ler este blog)

segunda-feira, 3 de março de 2008

Lição nº 4: As mulheres competem entre elas.

Os comentários que se seguiram ao post com a fotografia da Eva Longoria fez-me pensar num assunto um bocado parvo. É que a ideia de fazermos dieta, exercício e ficarmos todas giras, é naturalmente para agradar ao sexo oposto, mas aquilo que nos motiva mesmo, é ficarmos mais giras do que a miúda do lado. Eles podem dizer que não, a Eva Longoria não é baixa demais e que aquilo que importa no corpo são as curvas, que enquanto os desfiles de moda nos continuarem a impingir esqueletos ambulantes de 2 metros, é assim que nós queremos ser. Não queremos que um gajo nos ache a miúda mais gira, nós queremos que toda a gente nos ache a miúda mais gira. E sobretudo que todas as outras se roam de inveja. Mesmo que os nossos parâmetros de beleza sejam diferentes dos deles. Por isso, a lição nº4, é precisamente: as mulheres competem entre elas. E se de facto ficarmos as mais giras, todas as outras nos olharem com desdém, mas algum gajo não perceber o que faz de nós melhores, nós pensamos simplesmente que ele parvo. Pronto.

(é estúpido, não é?)

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Festa Sexta Bissexta

Para quem não sabe o que fazer hoje, deixo a sugestão da festa Sexta Bissexta, no Bar do Rio (em Lx) a partir das 23h. A organização fica a cargo dos Potencial Flop, responsáveis por este vídeo hilariante...

(tudo a aproveitar, é que um dia que só que acontece de quatro em quatro anos é desculpa mais que suficiente para uma borga!)

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Também quero!

Já mais alguém reparou no novo anúncio do Magnum que está agora a passar na televisão? Onde? Onde?! Em que raio de realidade alternativa é que se comem gelados mantendo o corpinho da Eva Longoria, e os homens deixam mensagens no nosso atendedor a pedir desculpa e a dizer que temos razão? Mas onde?!
(Estou mesmo a ver que se eu começasse agora aí a comer gelados à maluca, ficaria tão grande que os únicos homens que me telefonariam a pedir desculpa seriam os que tinham medo que eu lhes batesse… O que se calhar nem era um mau plano…)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Somos mesmo tão difíceis de contentar?

Neste fim-de-semana que passou aproveitei o mau tempo para meter em dia o Jak2 da Playstation. Eu sei que vou em 55% do jogo, logo estou à espera que me sejam atribuídas mais missões, mas começo logo a espumar da boca quando vejo que a próxima missão me vai ser pedida (ou deverei dizer ordenada) por uma personagem feminina do jogo. Pede-me para acabar corridas em terceiro e eu acabo em primeiro, pede-me para tirar a água dos esgotos (missão tão divertida) e eu tiro, e ela nem um obrigado nem nada. Levas logo mais uma missão dita à bruta que é para aprenderes. E o meu boneco mete o rabinho entre as pernas e lá vai ele fazer o que a menina manda. O que me tem feito pensar no seguinte: será que somos mesmo assim tão difíceis de contentar? Claro que gostamos de mandar, mas também não quero passar a linha que faz de nós insuportáveis, sem sequer me aperceber! É que se isto é típico feminino, eu peço desculpa e prometo já aqui que de futuro passarei a ser mais compreensiva…

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Ainda bem que gostamos deles malucos...

Já aqui há tempos tinha referido num post antigo como gostamos que nos protejam das coisas pequenas e que parecem insignificantes, e como o sentido de humor é meio caminho para nos conquistarem. Pois que uma vez, estava eu a dormir em casa do namorado dessa altura, quando fui atacada por uma melga. Não só o menino acordou com a minha birra meia adormecida e foi todo querido esfregar álcool nas picadas para eu não sentir comichão, como quando acordei na manhã seguinte tinha uma melga morta e um bilhetinho à minha espera na prateleira da casa-de-banho:



É ou não é um bom equilíbrio entre ser-se protector e ter um parafuso a menos?
:)

(Nota: imagem reproduzida com total aprovação do ex-namorado em questão. Que é só para não dizerem que eu sou mazinha…)

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Existe! Afinal existe!

Ali o cantinho das Bichisses (vão lá ver hoje o post sobre o David Motta que não podia ser mais hilariante) passou-nos este prémio:


E nós vamos passá-lo a estes meninos do Guia dos Homens Para Mulheres Totós.

Pois que é verdade! Após inúmeros pedidos e birras, lá nos fizeram a vontade! E mais, os meninos foram uns queridos e ainda nos ofereceram o banner que temos no título! Tão queridos… Merecem o prémio.

Para além disso eu fiquei muito contente por ter mais um sítio onde ir refilar e rir um bocadinho. Logo a começar pelo título: Guia dos Homens Para Mulheres Totós. Está bem, pelo menos partem do princípio que nem todas as mulheres são totós. Já é mais do que nós podemos dizer sobre eles…

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Porque nos apaixonamos pelas pessoas erradas?

Hoje recebi um convite para o lançamento deste livro:

Ok, acho que em termos de marketing o assunto e o próprio título estão muito bem conseguidos e a julgar pelas autoras acredito que o conteúdo seja interessante, mas não preciso de um livro inteiro, uma psicóloga e uma jornalista para responderem a uma questão tão simples.

Porque nos apaixonamos pelas pessoas erradas?

1. Porque já não temos necessidade de andar aí com pauzinhos a tentar caçar animais e a lutar pela nossa sobrevivência, mas o instinto ainda lá está, o que faz com que continuemos a ter descargas de adrenalina com tudo o que seja perigoso. Quanto pior faz mais nós queremos.

2. Porque provavelmente essas pessoas nem são as erradas, nós é que temos sempre tendência a complicar as coisas em vez de as aceitar como são. Por este “nós” refiro-me naturalmente às mulheres, complicadinhas por Natureza. É que a maioria dos homens, e como tão bem me disse a DeusA, encara o amor como uma constipação. Se ficarem sossegadinhos num canto e não fizerem nada, pode ser que passe…

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Reencontrar velhos amigos (diferença entre homens e mulheres)

Diálogo entre duas mulheres que não se vêem há algum tempo:

- Joana! Já não te via há tanto tempo! (1) Estás boa? Estás gira, muito mais magra! (2)
- Ah é stress, farto-me de trabalhar e correr de um lado para o outro… (3)
- Bem que sorte, olha que funciona porque estás giríssima! (4) Temos que combinar um café.
- Boa, telefona-me e fazemos isso. (5)

Tradução:
(1) Claro, na escola fazíamos-te a vida negra e não tiveste hipótese senão desaparecer!
(2)
Por alguma razão dizemos sempre isto umas às outras.
(3)
Mentira à descarada. Herbalife e muita fominha, foi o que foi…
(4)
Deves achar que eu não sei que fizeste uma lipo…
(5)
Não, ninguém vai telefonar a ninguém, voltaremos a encontramo-nos daqui a 10 anos e a repetir esta conversa como se nunca tivesse acontecido antes.


Diálogo entre dois homens que não se vêem há algum tempo:

- Grande João! Estás bom pá?
- Tudo porreiro, e contigo? Já não te via há uns tempos!
- É verdade, temos que combinar aí uns copos…
- Boa pá, isso é que era… (1)

Tradução:
(1) Porreiro este gajo, porreiro! Ainda bem que nos cruzámos!


Nota: Qualquer semelhança com a realidade não é pura coincidência.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Belota's Band

Ontem apercebi-me que 70% dos meus ex-namorados, engates, whatever, são músicos. Eu podia juntá-los e formar uma boysband! (para depois gozar com eles por fazerem parte de uma boysband, claro). Não sei se é só comigo, se é coincidência, se todas nós temos um bocadinho alma de groupie, ou se no fundo gostamos é que nos dêem música…

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Ai... (suspiro)...

É em dias frios como este que me faz falta um namorado.

(Não, não era para me aquecer, era mesmo só para ir apanhar lenha para a lareira)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Desafio Rodopia

Aceitando mais ou menos o desafio da Rodopia no seu espaço com o mesmo nome, aqui ficam dois modos de relacionar o número 7 com a minha vida e a temática deste blog:

7 Qualidades que aprecio no sexo oposto:
1. Educação
2. Sentido de humor igual ao meu
3. Classe (por que é que acham que andamos todas a comprar Nespressos? É que nós achamos mesmo que um dia o George Clooney nos vai bater à porta a pedir um café)
4. Cultura
5. Inteligência (não precisa de ser um génio mas basta que saiba, e como disse tão bem a Ana num comentário, que a guerra dos 100 anos não durou 100 anos)
6. Valores morais
7. Preguiça (não fazer nada é muito bom) e determinação (estar convencido que não fazer nada é mesmo muito bom)

7 Coisas que não suporto no sexo oposto:
1. Que sejam convencidos.
2. Que digam coisas do género “ah, a minha ex-namorada fazia a depilação assim ou tomava a pílula tal”. Desistam. Somos todas diferentes e vocês nunca nos vão entender.
3. Que me digam “És a miúda mais gira do mundo”. Ok, isso é mesmo frase feita sem valor. Digam antes que somos a miúda mais gira da festa ou da sala. Mesmo que sejamos a única que lá está (já tinha dito que sentido de humor é importante).
4. Que digam “Já juntaste marshmallows aos Corn Flakes, ainda vais pôr açúcar?” Vou. E quanto mais tocares no assunto mais colheres eu ponho.
5. Que refilem quando eu entorno alguma coisa, com frases paternalistas do género “e se tivesses mais cuidado?” Claro, aliás, o que eu gosto mesmo é de limpar a porcaria que faço.
6. Que me façam surpresas (é preciso conhecerem-me MUITO bem para fazerem isso)
7. (removido por mudança de opinião, vou ver se me lembro de outra coisa...)

Às vezes não percebo…

O Dia dos Namorados coincide com o Dia Europeu da Disfunção Eréctil. Ora isso não é mais ou menos como o Dia Mundial da Luta Contra a Fome coincidir com o Dia do Bolo-Rei?